Criatividade sem barreiras
Salvador, quarta-feira, 23/8/2000 – ATARDE – Caderno de Informática – página 5
Alinhando a esquerda o nosso texto, dgio que é chegada a hora de você compreender que website não é home page, que cor luz não é para impressão e quem vos escreve não é webmaster. Do mesmo jeito que licuri não é côco!
De certo modo, entendemos que o termo Internet para alguns significa tecnologia. E, acredito eu, é isso que confunde a tão recente (para alguns) profissão.
Ser webdesigner é mais do que simplesmente usar Frontepage ou Dreamweaver para editar um website, ou, ser um fera no Photoshop ou Fireworks para tratar imagens.
Ser webdesigner significa ter uma capacidade para análise visual privilegiada. É saber que um website é um produto (a quem diga que não). E, que ele é a personificação de uma empresa ou de uma pessoa.
Programação visual sempre será o diferencial na elaboração de um bom projeto, será ele gráfico ou para a web. Sabe porque? É simples:
- Porque concordância, redundância e complementaridade são em alguns casos, fatores importantes para fixar o logo de uma empresa, ou, o conteúdo de seus produtos e/ou serviços;
- Porque em nossa vida tudo tem alinhamento, proximidade, similaridade, proporção e contraste. O que seria do branco sem o preto? Do bem sem o mal? Do designer sem o “dezáiner”;
Depois não reclame se por acaso um dia você vir num supermercado um litro de leite junto ao de um refrigerante achando que alguém mexeu na prateleira.
Paradigmas são o grande problema. Mas isso é outra história? Claro que não!
Num mundo onde relógios digitais japoneses são altamente tecnológicos e uma empresa suíça investe milhões “apenas” para voltar a vender relógios de ponteiros…
E olha que tem quem diga que design não é importante. E como dizia o ditado: “rapadura é doce mas não é mole!”
Tags: alinhamento, complementaridade, concordância, contraste, Design, dezáiner, proporção, proximidade, redundância, similaridade
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