Tuesday, February 7, 2012
 

URRI PORRA!!! Pensei que era uma coisa!

Eu ouço tanto essa gíria todo dia que vou tentar contar situações onde a mesma foi utilizada.
Lá vai a primeira:
Estávamos eu, minha esposa e meus filhos dando uma volta na rua quando bateu aquela vontade de arrotar. Saiu sem querer e eu não tinha percebido que atrás de mim tinha uma senhora que eu acredito não ser muito certa do juízo, até porque ela fica sempre sentanda no mesmo lugar todos os dias, falando sozinha e repetindo sempre a mesma frase.
Depois do arroto ela arregalou os olhos e ficou me olhando sem dizer absolutamente nada. Eu ainda não sabia que ela era meio zureta e fiquei calado e a  galerinha rindo…
Eis que do nada ela começa a rir. Ria sem parar e eu numa vergonha da peste doido para dar uma chapuletada nela. Não é que da mesma forma que começou a rir, parou?
Eu pensei que ela tinha esquecido e falou do nada: “URRI PORRA!!! Pensei que era uma coisa!”
Pense numa situação: Um arroto singelo e ingênuo que estimulou a frase mais ouvida e falada na cidade, dita por uma senhora mais prá lá do que prá cá. Não preciso dizer que meu filho mais novo ficou quase um mês dentro de casa dizendo: – “URRI PORRA!!! Pensei que era uma coisa!” toda vez que a mãe ou alguém chamava, ouvia uma notícia na TV, via um filme, ou discutia sobre assuntos deles com um dos irmãos.

Eu ouço tanto essa gíria todo dia que vou tentar contar situações onde a mesma foi utilizada.

Lá vai a primeira:

Estávamos eu, minha esposa e meus filhos dando uma volta na rua quando bateu aquela vontade de arrotar. Saiu sem querer e eu não tinha percebido que atrás de mim tinha uma senhora que eu acredito não ser muito certa do juízo, até porque ela fica sempre sentanda no mesmo lugar todos os dias, falando sozinha e repetindo sempre a mesma frase.

Depois do arroto ela arregalou os olhos e ficou me olhando sem dizer absolutamente nada. Eu ainda não sabia que ela era meio zureta e fiquei calado e a  galerinha rindo…

Eis que do nada ela começa a rir. Ria sem parar e eu numa vergonha da peste doido para dar uma chapuletada nela. Não é que da mesma forma que começou a rir, parou?

Eu pensei que ela tinha esquecido e falou do nada: “URRI PORRA!!! Pensei que era uma coisa!”

Pense numa situação: Um arroto singelo e ingênuo que estimulou a frase mais ouvida e falada na cidade, dita por uma senhora mais prá lá do que prá cá. Não preciso dizer que meu filho mais novo ficou quase um mês dentro de casa dizendo: – “URRI PORRA!!! Pensei que era uma coisa!” toda vez que a mãe ou alguém chamava, ouvia uma notícia na TV, via um filme, ou discutia sobre assuntos deles com um dos irmãos.

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Sobre André Miranda

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