Ser o primeirão em tudo, querer inventar demais é perda de tempo. As pessoas e os clientes querem respostas concretas. Procuram ter aquilo que é básico e óbvio: INFORMAÇÃO.
Dentre todas as formas de vender/fazer/viver o Design e mais atualmente, o webdesign, destaco dois pontos: o Design e seu valor e o Design e o modo de vida
Quando digo Design e seu valor, chego a conclusão que o atendimento das necessidades de grupos cada vez menores (segmentação e especificação dos clientes), demonstra o produto de forma diferenciada (dando opções aos clientes e usuários em interagir com diversos formatos de apresentação), adequando a comunicação de acordo com o consumidor (se ele é usuário que sabe o que quer ou aquele que quer apenas ler e-Mails, ou ainda aquele que quer ficar em bate-papo e/ou enviar foto de mulher pelada para os amigos) sem se incomodar como fará isso ou aquilo…
Com isso, o profissional deve experimentar o uso de novas tecnologias, com o intuito de testar (de forma positiva) a capacidade criativa (através de softwares variados, técnicas para “tratar” imagens e textos, experimentar elementos e superfícies) e, sempre que possível, não recusar os variados tipos de serviços (lógico que com muito cuidado em suas escolhas), podendo desta forma, expressar e agregar em sua criatura (o produto) valores culturais e sociais sem o apego de estilos únicos, que deixam a mente preguiçosa e acomodada.
Em Design e modo de vida, muitas pessoas escolhem o design como profissão. Mas NÃO adianta somente fazer um curso e saber usar ferramentas. Viver de Design não significa somente projetar, criar um produto. É necessário ESTUDAR sobre Design. De nada adianta ser criativo e talentoso sem:
- ter a noção de conceituar o produto e sua real função;
- exigir informações dos clientes através de briefings elaborados;
- respeitar o nosso concorrente;
- evitar participar de concorrências nas quais não teremos garantia (especulação) de recebimento de honorários, ou cobrar barato demais apenas para ter uma quantidade “x” de clientes.
Querer inventar demais é perda de tempo. As pessoas e os clientes querem respostas concretas. Procuram ter aquilo que é básico e óbvio: INFORMAÇÃO.
Dentre todas as formas de vender/fazer/viver o design e mais atualmente, o webdesign, destaco dois pontos: o Design e seu valor e o Design e o modo de vida.
Quando digo Design e seu valor, chego a conclusão que o atendimento das necessidades de grupos cada vez menores (segmentação e especificação dos clientes), demonstra o produto de forma diferenciada (dando opções aos clientes e usuários em interagir com diversos formatos de apresentação), adequando a comunicação de acordo com o consumidor (se ele é usuário que sabe o que quer ou aquele que quer apenas ler e-Mails, ou ainda aquele que quer ficar em bate-papo e/ou enviar foto de mulher pelada para os amigos) sem se incomodar como fará isso ou aquilo…
Com isso, o profissional deve experimentar o uso de novas tecnologias, com o intuito de testar (de forma positiva) a capacidade criativa (através de softwares variados, técnicas para “tratar” imagens e textos, experimentar elementos e superfícies) e, sempre que possível, não recusar os variados tipos de serviços (lógico que com muito cuidado em suas escolhas), podendo desta forma, expressar e agregar em sua criatura (o produto) valores culturais e sociais sem o apego de estilos únicos, que deixam a mente preguiçosa e acomodada.
Em Design e modo de vida, muitas pessoas escolhem o design como profissão. Mas NÃO adianta somente fazer um curso e saber usar ferramentas. Viver de Design não significa somente projetar, criar um produto. É necessário ESTUDAR sobre Design.
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Tags: Design, informação, modo de vida, valor
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on domingo, agosto 23rd, 2009 at 21:26 and is filed under
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