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	<title>André Miranda</title>
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	<description>Professor, Designer, Designer Web</description>
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		<title>Tabela Periódica dos Tipos de Letra</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Mar 2012 23:34:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Por aí]]></category>
		<category><![CDATA[letras]]></category>
		<category><![CDATA[tabela]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[tipos]]></category>

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		<description><![CDATA[De forma interessante encontrei essa Tabela Periódica de Tipos de Letra. Ela conta a história através da família e/ou Ranking, Classificação, Tipo de Letra, o Designer que a desenvolveu e o Ano de Criação. &#160; Veja a tabela ampliada aqui]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De forma interessante encontrei essa Tabela Periódica de Tipos de Letra. Ela conta a história através da família e/ou Ranking, Classificação, Tipo de Letra, o Designer que a desenvolveu e o Ano de Criação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://andremiranda.com.br/imagens/tabela_periodica_tipografica.jpg"><img class="aligncenter" title="Tabela Periódica dos de Letra" src="http://andremiranda.com.br/imagens/tabela_periodica_tipografica.jpg" alt="" width="476" height="318" /></a></p>
<p>Veja a tabela ampliada <a title="Tabela Periódica dos Tipos de Letra" href="http://andremiranda.com.br/imagens/tabela_periodica_tipografica.jpg" target="_blank">aqui</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cursos GRÁTIS no SENAI Dendezeiros</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 03:22:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Gráfica]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Área Gráfica estão sendo oferecidos três cursos de qualificação gratuita: Auxiliar de Pré-Impressão Gráfica NOTURNO – 18:00 às 22:00 h no Período de: 27/02/12 à 30/05/12 Requisitos Os candidatos ao curso deverão: Ter concluído o Ensino Médio ou equivalente; Ter idade mínima de 18 anos; Dominar o sistema operacional Windows. Operador de Editoração Eletrônica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Área Gráfica estão sendo oferecidos três cursos de qualificação gratuita:</p>
<p><strong>Auxiliar de Pré-Impressão Gráfica</strong><br />
NOTURNO – 18:00 às 22:00 h no<br />
Período de: 27/02/12 à 30/05/12</p>
<p><strong>Requisitos</strong><br />
Os candidatos ao curso deverão:</p>
<ul>
<li>Ter concluído o Ensino Médio ou equivalente;</li>
<li>Ter idade mínima de 18 anos;</li>
<li>Dominar o sistema operacional Windows.</li>
</ul>
<p><strong>Operador de Editoração Eletrônica</strong><br />
MATUTINO – 08:00 às 12:00 h no<br />
Período de: 27/02/12 à 30/05/12</p>
<p><strong>Requisitos</strong><br />
Os candidatos ao curso deverão:</p>
<ul>
<li>Ter concluído o Ensino Médio ou equivalente;</li>
<li>Ter idade mínima de 18 anos;</li>
<li>Dominar o sistema operacional Windows.</li>
</ul>
<p><strong>Auxiliar de Impressão Offset</strong><br />
NOTURNO – 18:00 às 22:00 h no<br />
Período de: 27/02/12 à 24/05/12<br />
<strong><br />
Requisitos</strong><br />
Os candidatos ao curso deverão:</p>
<ul>
<li>Ter o Ensino Fundamental I completo ou equivalente;</li>
<li>Ter idade mínima de 16 anos.</li>
</ul>
<p><strong>Mais informações:<br />
</strong>Local de realização: SENAI DENDEZEIROS<br />
Telefone: 71 3534-8090</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>O Design deve ser compreendido. A Arte é interpretada.</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 02:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Curso]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje fui comprar alguns livros (um vício que não consigo perder) e, chegando na Saraiva do Shopping Salvador perguntei ao atendente onde era ficavam os de Design. Ela me disse: &#8220;- deve ser ali no mesmo lugar de Arte&#8221;. Fazer o que né? Fui até a área dos livros de Arte. Tirando os pesados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje fui comprar alguns livros (um vício que não consigo perder) e, chegando na Saraiva do Shopping Salvador perguntei ao atendente onde era ficavam os de Design. Ela me disse: &#8220;- deve ser ali no mesmo lugar de Arte&#8221;.</p>
<p>Fazer o que né? Fui até a área dos livros de Arte.</p>
<p>Tirando os pesados e coloridos books sobre Design, o restante era realmente sobre Arte e apenas um módulo lateral tinha uns poucos livros que falavam sobre Design Tipográfico e Web. O que eu queria <em>nem o cheiro senti</em>&#8230;</p>
<p>Isso me fez refletir um pouco sobre conceituação do que é Design e do que é Arte.</p>
<p>Garantir o interesse de alguém ou de um grupo pelo resultado esperado do contratante do projeto desenvolvido é fundamental no processo. De certo que, como Designers, provocamos reações nas pessoas. Mas, são reações pensadas, com objetivo e fundamentação.<span id="more-678"></span></p>
<p>O que não pode acontecer é a confusão da expressão do profissional em Comunicação Visual com a expressão do artistas, pintores, etc , que usam a ARTE para passar opiniões próprias (visão crítica sobre determinado assunto).</p>
<p>Até porque, mesmo que o artista provoque o pensamento, cada um interpretará da forma que entender.</p>
<blockquote><p><em><strong>Ou seja: o Design deve ser COMPREENDIDO. A Arte é INTERPRETADA.</strong></em></p></blockquote>
<p>Devido ao início do Curso do <a title="Curso Técnico em Comunicação Visual" href="http://www.fieb.org.br/senai/cursostecnicos/pdf/TECNICO_EM_COMUNICACAO_VISUAL.pdf " target="_blank">SENAI Dendezeiros</a> que se aproxima, irei atrelar este artigo somente ao profissional Técnico em Comunicação Visual e seu papel no contexto acima.</p>
<p>Quero passar mais ou menos a idéia de como minhas aulas serão construídas sempre criando analogias entre o teórico e o que é o dia a dia da nossa <em>classe</em>.</p>
<p>Os objetivos de um Comunicador Visual, seja ele Técnico em Comunicação Visual, Designer ou Designer Web, Publicitário, etc, e <strong>NÃO o ARTISTA</strong>, podem ter diversas características:</p>
<ul>
<li>Provocar a intensão da compra de um produto;</li>
<li>Informar algo;</li>
<li>Mostrar um evento em determinado local;</li>
<li>Oferecer determinado serviço, etc.</li>
<li><strong>NÃO É &#8220;o fazer&#8221; ARTE&#8230;</strong></li>
</ul>
<p>Essas são algumas das motivações provocadas por este profissional. Ele não faz Arte. Ele desenvolve e elabora um projeto! Então, podemos dizer que, quando a mensagem não é compreendida, o projeto foi mal elaborado? Sim. Sem sombra de dúvida! Mas aí é conteúdo para outro artigo.</p>
<p><strong>O que faz o Técnico em Comunicação Visual?</strong></p>
<p>Utilizar técnicas, teorias e ferramentas necessárias para o desenvolvimento de projetos VISUAIS (Através de uma idéia pré-definida, passar uma mensagem para determinada pessoa ou grupo).</p>
<p><strong>Com quem trabalha?</strong></p>
<p>Normalmente, trabalha em conjunto com o Designer, WebDesigner, Publicitário e/ou Diretor de Arte, auxiliando estes profissionais no desenvolvimento dos projetos.</p>
<p><strong>O que desenvolve?</strong></p>
<p>Formatos gráficos para painéis, folders, peças publicitárias, livros, portais (Internet), jornais, etc. Ou seja, analisa, interpreta e propõe a produção através de conceitos, usando ferramentas específicas, determinando os processos de produção das Identidades Visuais. Diretamente ligado as áreas de pré-impressão, impressão e pós-impressão e Web.</p>
<p><strong>Quanto ganha?</strong></p>
<p>Depende. Do lugar que irá trabalhar (se, como estagiário ou profissional), da função, do portifolio (quanto mais projetos mostrar, mais valorizado será).</p>
<p><strong>Então, o que faz o artista?</strong></p>
<p>Define um estado de espírito (seus sentimentos, suas vontades e idéias através de uma cultura.</p>
<p>Entendeu agora a diferença entre Design (Designer) e Arte (Artista)?</p>
<div></div>
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		<item>
		<title>Ética e Felicidade Visual</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 14:06:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[ADP]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Ética]]></category>
		<category><![CDATA[ética]]></category>

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		<description><![CDATA[Estranho o título não? Aristóteles, filósofo grego, partia do pensamento de que o homem busca de forma infinita a felicidade que é relacionada com o bem através de suas virtudes. As virtudes, por sua vez, determinam o caráter do homem que por sua vez determina até onde ele é ético em suas decisões. Essas decisões [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estranho o título não?</p>
<p>Aristóteles, filósofo grego, partia do pensamento de que o homem busca de forma infinita a felicidade que é relacionada com o bem através de suas virtudes. As virtudes, por sua vez, determinam o caráter do homem que por sua vez determina até onde ele é ético em suas decisões. Essas decisões (condutas) não são referência somente da qualidade do homem, mas também, das regras que são impostas pela sociedade para que todos possam viver em harmonia, fazendo sempre o bem, e com o bem vem junto a ordem. Profundo não?<span id="more-659"></span></p>
<p>Ordem, segundo o dicionário Michaelis, é:<br />
sf (lat ordine)<br />
1. Boa disposição das coisas, cada uma no lugar que lhe corresponde; disposição das coisas cujo arranjo se subordina a um princípio útil, agradável ou harmonioso.<br />
2. Lugar ou categoria que ocupam entre si as pessoas ou as obras.<br />
3. Natureza, modo de ser, espécie.</p>
<p>A palavra ordem sugere outra: prudência, que cabe perfeitamente aqui, uma vez que nos faz pensar nas decisões que serão tomadas para garantir que determinado projeto seja compreendido sem ferir “a” ou “b” e/ou infrigir determinadas regras sociais. Sem denegrir a imagem daquele que desenvolve e principalmente, daquele que irá expor seus produtos e/ou serviços.</p>
<p>Se partirmos do pressuposto que desenvolver projetos de Comunicação Visual que serão definidos para uma pessoa, duas ou mais, ou determinados grupos de uma sociedade, devemos pensar estes projetos como motivadores de consumo. Desde que consigam passar o propósito fundamental desta motivação que é o consumo.</p>
<p>A ética profissional voltada para o Design deve ser analisada em quatro formas de comportamento:</p>
<p>1 – Como o desenvolvedor se propõe a “vender” seu trabalho;<br />
2 – De quem irá contratar este projeto.<br />
3 &#8211; Do resultado que o projeto irá impactar;<br />
4 – De quem irá “consumir” este projeto.</p>
<p>1 &#8211; A primeira é bastante discutida, uma vez que oficialmente não existem Entidades regulamentadas em Lei que possam amparar como devem ser desenvolvidos os projetos.  A quantidade de pessoas que se autodenominam “designers” é proporcional a má qualidade visual dos projetos desenvolvidos. Outra questão é utilizar a própria imagem pessoal associada a tal celebridade. Além de o profissional não criar sua própria identidade (seu estilo), corre-se o risco desta fazer uma besteira e, aquele que achou que podia associar “lé com crê” <em>se lascou</em>.</p>
<p>2 &#8211; O contratante por ignorância (no sentido de desconhecer) da real função do profissional de Comunicação Visual acha que o valor de seu projeto é sempre superior ao que ele irá proporcionar em resultados se, desenvolvido de forma correta. A propósito: costumo dizer que o termo que deve ser sempre usado é <strong><em>investimento</em></strong><em> do projeto</em> e não <strong><em>custo </em></strong><em>do projeto</em>.</p>
<p>3 &#8211; Resultados são perigosos se forem mal elaborados. Comunicar visualmente é um processo em crescente desenvolvimento social. Lembra-se do início deste artigo quando falo da busca do bem através da felicidade?</p>
<p>O que dizer de peças gráficas dos Anos 60 que mostravam donas de casa extremamente satisfeitas em “servir” seus maridos, mostrando-as como perfeitas empregadas particulares?</p>
<p>4 &#8211; Não menos importante será o papel do comprador que é aquele que irá “consumir” o produto, idéia ou serviço. E, o retorno que ele trará. É aí que entram as competências teórica e prática do Comunicador Visual.</p>
<p>Essa é nossa real função. Trazer a “Felicidade Visual” para as Sociedades.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como calcular a resolução de uma imagem</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 20:39:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[Densidade]]></category>
		<category><![CDATA[DPI]]></category>
		<category><![CDATA[LPI]]></category>
		<category><![CDATA[resolução]]></category>
		<category><![CDATA[scanners]]></category>

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		<description><![CDATA[Para se calcular a resolução de uma imagem é necessário se conhecer a LINEATURA do suporte(papel) e multiplicar por 2. 150LPI x 2= 300 DPI Retícula    Tipos de Suportes 85 LPI &#8211; Ilustração, jornal e cartolina 100 LPI &#8211; Ilustração de lª classe, couchê de 2ª classe, Kraft 100 LPI &#8211; Couchê, cartolina, duplex 150 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para se calcular a resolução de uma imagem é necessário se conhecer a LINEATURA do suporte(papel) e multiplicar por 2.</p>
<p><strong>150LPI x 2= 300 DPI</strong></p>
<p>Retícula    Tipos de Suportes</p>
<p>85 LPI &#8211; Ilustração, jornal e cartolina</p>
<p>100 LPI &#8211; Ilustração de lª classe, couchê de 2ª classe, Kraft</p>
<p>100 LPI &#8211; Couchê, cartolina, duplex</p>
<p>150 LPI &#8211; Suportes finos para trabalhos delicados (Couchê, casca de ovo superbond)</p>
<p>175 LPI &#8211; Papéis de qualidade superior para trabalhos com extrema riqueza de   detalhes</p>
<p><span id="more-654"></span></p>
<p><strong>Scanners – Resolução Ótica x Interpolada</strong><br />
Determina o tamanho da imagem capturada ou o seu poder de ampliação. Listamos abaixo a quantidade em DPI usada para cada tipo de trabalho:</p>
<p><strong>Para saber a resolução necessária no caso de uma ampliação, utilize a segunte fórmula:</strong></p>
<p>DPI = LPI X Ampliação X 2</p>
<p>Exemplo: um cromo 6&#215;6 cm para revista (150 lpi), ampliado para<br />
12&#215;12 cm (2x) é igual a 600 dpi, ou seja, o scanner ideal precisa ter 600 dpi ópticos (DPI = 150 x 2 x 2 = 600).</p>
<p><strong>DENSIDADE ÓPTICA ou DMAX MÁXIMA (Tons)</strong><br />
Determina a riqueza dos detalhes e das áreas de sombras das imagens, ou seja, é a habilidade do scanner registrar diferentes tons ou passagens de uma cor.<br />
Quanto maior o Dmax, maior será a gama de tons reconhecido pelo scanner.<br />
Exemplo: 3.2 Dmax é igual a 1600 tons de uma cor e 3.6 Dmax é igual a 4000 tons.</p>
<p><strong>O ideal para cada tipo de trabalho é:</strong></p>
<p>Monitor / Web  &#8211; 3.0 à 3.4 Dmax<br />
Jornal &#8211; 3.2 à 3.4 Dmax<br />
Revista &#8211; 3.4 à 4.5 Dmax</p>
<p><strong>Algumas Dicas</strong><br />
1 &#8211; Não aumente o tamanho das imagens no Editor mais de 40% para evitar a pixelização.<br />
2 &#8211; Salve suas imagens no formato TIFF, e em 300 DPI, e suas ilustrações e gráficos em EPS.<br />
3 &#8211; Não amplie suas imagens, escaneie de novo caso você precise em um formato maior, quando você amplia elas na verdade está perdendo resolução e com isso qualidade.<br />
4 &#8211; Salve sempre suas imagens no formato TIFF. Porém se você precisar salvá-las em EPS (caso tenha utilizado Clipping paths, Duotones, Pantones, etc.) salve com a opção Binary e não ASCII.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Glossário de Termos Gráficos</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 19:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[glossário]]></category>
		<category><![CDATA[gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[termos técnicos]]></category>

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		<description><![CDATA[AA Alteração do autor, ou qualquer alteração no texto ou matéria ilustrativa que não seja EG (erro da gráfica). Acabamento Propriedades da superfície do papel. Acabamento de máquina Papel sem camada com acabamento liso mas sem brilho. . Alceamento Também chamado colecionamento. Arranjo de folhas ou cadernos na sequência adequada de forma que as páginas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>AA<br />
</strong>Alteração do autor, ou qualquer alteração no texto ou matéria ilustrativa que não seja EG (erro da gráfica).</p>
<p><strong>Acabamento<br />
</strong>Propriedades da superfície do papel.</p>
<p><strong>Acabamento de máquina</strong><br />
Papel sem camada com acabamento liso mas sem brilho. .</p>
<p><strong>Alceamento<br />
</strong> Também chamado colecionamento. Arranjo de folhas ou cadernos na sequência adequada de forma que as páginas fiquem na ordem correta antes da costura e da encadernação.</p>
<p><strong>Alimentação por folhas</strong><br />
Modo de utilizar papel em uma impressora durante a impressão no qual o papel é alimentado na maquina em folhas e não em bobinas.</p>
<p><strong>Alinhar</strong><br />
Colocar letras ou palavras na mesma linha horizontal ou vertical.</p>
<p><strong>Alteração</strong><br />
Mudança de instruções que alterará o original em qualquer estágio da composição.</p>
<p><strong>Alteração do autor</strong><br />
Veja AA.</p>
<p><span id="more-647"></span></p>
<p><strong>Altura do tipo</strong><br />
Altura padronizada de um tipo metálico: 0,918 de polegada (23,317 mm) no sistema anglo-americano e 23,566 mm ou 0,928 de polegada no sistema Didot. Uma chapa é dita na &#8220;altura do tipo&#8221; quando montada sobre madeira ou metal na altura adequada para ser usada nas impressoras tipográficas.</p>
<p><strong>Ângulo da retícula</strong><br />
Ângulo no qual duas ou mais retículas são direcionadas em relação a uma outra para evitar a criação de um indesejado moire nos pontos meio tom. Na impressão de quatro cores de seleção, por exemplo, as retículas para as quatro chapas devem ser anguladas como segue: 45°, 75°,105° e 120°.</p>
<p><strong>Arrancamento</strong><br />
Remoção da parte da superfície do papel durante a impressão. Condição que se desenvolve se a força de atração (a pega) da tinta é maior do que a força da superfície ou da camada do papel.</p>
<p><strong>Arte</strong><br />
Qualquer original, preparado por um artista, fotógrafo ou qualquer meio mecânico. Livremente falando, qualquer original a ser reproduzido.</p>
<p><strong>Arte-final</strong><br />
Também chamado Paste-up. Montagem pronta para ser fotografada contendo todos os elementos de texto e desenho colados sobre um diagrama ou cartão de montagem na posição correta e contendo instruções, nas margens ou no overlay para a gráfica.</p>
<p><strong>Ascendentes</strong><br />
As letras minúsculas que se elevam acima do corpo da letra, como b, d, f, h, k, l, e t.</p>
<p><strong>Blanqueta</strong><br />
Também conhecida como caucho ou pano de borracha. No sistema offset, a folha de superfície de borracha que reveste o cilindro que transfere a imagem da chapa para o papel.</p>
<p><strong>Brochura</strong><br />
Encadernação na qual os cadernos são costurados na lombada e colados a uma capa mole, ou apenas colados sem costura.</p>
<p><strong>Cabeça</strong><br />
Parte superior de uma página ou livro. Oposta a pé.</p>
<p><strong>Caixa</strong><br />
Tabuleiro de tipos. Cada um dos caracteres da fonte de tipos tem sua própria seção no tabuleiro, chamado caixa de tipos.</p>
<p><strong>Caixa californiana</strong><br />
Caixa tipográfica, usada particularmente nos Estados Unidos, para caracteres destinados à composição de trabalhos de fantasia. Os cubículos individuais são arranjados para dar o mínimo do movimento e são dimencionados para acomodar letras em quantidades relacionadas à frequência de uso. Não se adapta ao português por não comportar a maioria das letras acentuadas da nossa língua.</p>
<p><strong>Capa encaixada</strong><br />
Capa maior do que o miolo refilado. Oposto à capa normal, que tem o mesmo tamanho.</p>
<p><strong>Capa Miolo</strong><br />
Capa do mesmo papel utilizado no resto do livro. Usado para livretos ou panfletos quando o papel de capa não precisa ser particularmente forte ou para diminuir o custo dos materiais e operações necessárias para produzir uma capa.</p>
<p><strong>Capa mole</strong><br />
Capa que não utiliza papelão. Normalmente é um papel ou cartolina especial para capa de livro brochurado.</p>
<p><strong>Capa normal</strong><br />
Capa refilada no mesmo tamanho das páginas do texto (miolo). Utilizada nas brochuras sem orelha.</p>
<p><strong>Cartão</strong><br />
Folha muito grossa de papel, fabricada diretamente na máquina obitida pela colagem e prensagem de várias outras folhas. Conforme a grossura,diz-se cartolina ou papelão. A distinção se faz pela espessura: é papelão quando esta supera o meio milímetro. Na prática, diz-se cartão se a folha pesar 180 gramas ou mais por metro quadrado; menos do que isto é papel.</p>
<p><strong>Cartão de colagem</strong><br />
Cartão laminado usado como cartão para encadernação.</p>
<p><strong>Cartão de encadernação</strong><br />
Cartão de papel, podendo ser de moldagem ou de colagem, usado na encadernação de livros de capa dura.</p>
<p><strong>Cartão de moldagem</strong><br />
Cartão usado para encadernação de alta qualidade, feita de pasta sólida em uma única peça.</p>
<p><strong>Cartão de primeira</strong><br />
Na verdade, a denominação abrange uma ampla faixa de cartões e cartolinas, fabricados exclusivamente com pasta química branqueada. Geralmente são bem colados, com acabamento monolúcido ou supercalandrado. Em geral, destinam-se a embalagens impressas, pastas de arquivo, cartões de visita e comerciais, fichas e similares.</p>
<p><strong>Cartão triplex</strong><br />
Muito semelhante ao duplex, mas com suporte feito em duas ou mais camadas, sendo a última geralmente branca. É utilizado e comercializado da mesma forma que o duplex, porém tem melhores características de vincagem.</p>
<p><strong>Cartões</strong><br />
Os cartões e cartolinas são igualmente variados e produzidos para grande número de aplicações. Destacamos aqui apenas os principais tipos usados para impressão: dúplex, triplex e cartão de primeira.</p>
<p><strong>Celofane para gravação a quente</strong><br />
Folha metálica ou de pigmento usada na estampagem (gravação) de letras ou desenhos em uma superfície. Usada principalmente para gravação de capas de livros.</p>
<p><strong>Chapa combinada</strong><br />
Meio-tom e traço combinados em uma chapa.</p>
<p><strong>Chapado</strong><br />
Na impressão, refere-se a áreas que são completamente cobertas com tinta ou áreas que imprimem 100% de uma determinada cor.</p>
<p><strong>Ciano</strong><br />
Também chamada azul de seleção. Uma das cores de seleção. Também um dos filtros usados na separação de cores.</p>
<p><strong>Cilindro de pressão</strong><br />
Também chamado, em certas máquinas, cilindro de contra pressão. Cilindro que segura o papel contra a superfície de impressão de forma que o contato seja feito e se produza uma impressão.</p>
<p><strong>Clichê</strong><br />
Chapa de impressão em relevo usada na impressão tipográfica. Feita normalmente de zinco, cobre ou magnésio. Ou Placa de metal, com imagens ou texto em relevo, obtida através de estereotipia, galvanotipia ou fotogravura, utilizada na impressão tipográfica.</p>
<p><strong>Colagem</strong><br />
Imagem única feita de diversas imagens.</p>
<p><strong>Colagem parcial</strong><br />
Processo de colagem de uma folha sobre a página impressa antes ou depois da encadernação. Isto é comum nos livros de arte, onde uma reprodução em cor é desejada num caderno em branco e preto (como para um Frontispício).</p>
<p><strong>Cólofon</strong><br />
Inscrição colocada no fim do livro, declarando o nome da obra, autor, impressor e data.</p>
<p><strong>Composição mecânica</strong><br />
Termo genérico e geral para a composição de matéria através de tipo de metal usando meios mecânicos (oposto da composição manual). O uso de máquinas incorporando teclados e composição a quente, isto é, linotipo, monotipo.</p>
<p><strong>Contra a fibra</strong><br />
Dobrar papel em ângulo reto em relação ao sentido (direção) da fibra.</p>
<p><strong>Contraste</strong><br />
Ampla gama de gradações de tom entre altas-luzes e sombras.</p>
<p><strong>Cor</strong><br />
Na composição, o tom ou densidade da composição em uma página.</p>
<p><strong>Cor de seleção</strong><br />
Termo usado para descrever a impressão policromática a partir de processo de seleção, oposto à impressão multicor em cores especiais.</p>
<p><strong>Cor especial</strong><br />
Refere-se geralmente a cores ou matizes chapadas diferentes das cores da seleção.</p>
<p><strong>Cores frias</strong><br />
Azul, verde e violeta, em oposição às cores quentes, como vermelho, amarelo e laranja.</p>
<p><strong>Cores primárias</strong><br />
As três cores básicas a partir das quais todas as outras cores podem ser obtidas: vermelho, amarelo e azul. Na impressão de quatro cores de seleção, as três cores primárias: magenta, amarelo e ciano, mais o preto, são usadas para reproduzir toda a variedade de cores.</p>
<p><strong>Cores quentes<br />
</strong>Amarelo, vermelho e laranja. Contrário de cores frias: azul, verde e violeta.</p>
<p><strong>Cores standard</strong><br />
Meia dúzia de cores básicas usadas pelo impressor principalmente para trabalhos em publicações como revistas e jornais. Estas cores incluem o standard vermelho, amarelo, verde, azul, etc.</p>
<p><strong>Cores terciárias</strong><br />
Cores produzidas pela mistura de duas cores secundárias: laranja-verde, verde-violeta, violeta-laranja.</p>
<p><strong>Corpo</strong><br />
Termo usado para descrever o volume, a espessura do papel de modo geral; quanto mais aspero o papel, maior é o seu corpo. Ou na composição, a grossura dos caracteres tipográficos, ou seja, a distância entre suas faces anterior e posterior, expressa em pontos. Na impressão, termo que se refere a viscosidade, consistência e fluxo de um veículo ou tinta.</p>
<p><strong>Cor secundária</strong><br />
Cor que resulta da mistura de duas cores primárias: laranja (amarelo e vermelho), violeta (vermelho e azul) e verde (amarelo e azul).</p>
<p><strong>Corte</strong><br />
Eliminar parte do original para que se ajuste melhor ao Layout da página. Feito normalmente com o uso de marcas de corte no original para indicar ao impressor onde deve ser feito o corte da imagem.</p>
<p><strong>Cromo</strong><br />
Veja Transparência de cor.</p>
<p><strong>Cursivos</strong><br />
Tipos que se assemelham à escrita manual, porém com as letras desconectadas.</p>
<p><strong>Decisões de fim de linha</strong><br />
Refere-se geralmente à hifenização e justificação (H/F). Estas decisões podem ser feitas pelo operador do teclado ou pelo computador.</p>
<p><strong>Defesa</strong><br />
Também conhecida como recolhido ou recuo. Espaço com que se recua uma composição à esquerda ou em ambos os lados, para deixá-la menor do que a medida geral.</p>
<p><strong>Definição</strong><br />
O grau de definição de um negativo ou cópia.</p>
<p><strong>Densidade</strong><br />
Na fotografia, medida de opacidade de um objeto transparente ou translúcido. Em um filme negativo, quanto maior a area de densidade, mais preto ou mais revelado ele é. A densidade é medida de 0 a 4,0.</p>
<p><strong>Densitômetro</strong><br />
Instrumento com célula fotoelétrica que mede a densidade. Usado pelo fotógrafo para obter a exposição correta ao fotografar um original e pelo impressor para controlar a qualidade do trabalho impresso. Há dois tipos de densitômetro: de reflexão e de transmissão.</p>
<p><strong>Desenho a traço</strong><br />
Qualquer arte criada com linhas pretas chapadas: normalmente caneta e tinta. Um desenho sem tons lavados ou diluídos.</p>
<p><strong>Dobra em cruz</strong><br />
Na encadernação, se refere a dobras que tenham 90° de ângulo em relação à outra dobra.</p>
<p><strong>Dobra em sanfona<br />
</strong>Série de dobras paralelas no papel na qual cada dobra se abre na direção oposta à da dobra anterior &#8211; como uma sanfona.</p>
<p><strong>Dobra francesa</strong><br />
Dupla dobra: a folha é impressa somente em um lado, depois dobrada duas vezes; uma verticalmente e a outra horizontalmente, resultando um folheto de quatro páginas econômico e atrativo.</p>
<p><strong>Dupla exposição</strong><br />
Expor as imagens de dois ou mais filmes sobre um novo filme ou chapa, criando assim uma única imagem.</p>
<p><strong>Efeito de halo<br />
</strong>Amontoamento de tinta nas bordas das letras impressas e pontos meio-tom, especialmente na impressão tipográfica. Os centros dos pontos, embora impressos, aparecem mais claros, ou menos densos do que as bordas.</p>
<p><strong>EG-Erro da gráfica</strong><br />
Oposto de AA (alteracão do autor).</p>
<p><strong>Egípcio</strong><br />
Estilo de tipo reconhecível pela sua serifa pesada e quadrada.</p>
<p><strong>Elite</strong><br />
O tipo de máquina de escrever de menor tamanho: tem 12 caracteres por polegada, enquanto as outras têm dez.</p>
<p><strong>Eme</strong><br />
O mesmo que quadratim, no sistema anglo-americano de medidas tipográficas. O nome deve-se ao fato de o M maiúsculo, em numerosas fontes de tipos, corresponder à largura de um quadratim.</p>
<p><strong>Emulsão</strong><br />
Nos processos fotográficos, a camada fotossensível montada sobre uma base que reage à luz.</p>
<p><strong>Encadernação</strong><br />
Refere-se geralmente a todas as encadernações comerciais, como as de espiral, fresadas, mecânicas ou cartonadas, ao contrário das encadernações feitas à mão. Mais especificamente, refere-se apenas ao último, cartonado, também chamado de capa dura. A encadernação é o método de maior durabilidade: os cadernos são juntados, costurados e recebem capa. Ou o agrupamento das folhas impressas em forma de cadernos e em livros, libretos, revistas, etc.</p>
<p><strong>Encadernação com espiral</strong><br />
Encadernação em que uma espiral contínua de aço ou de plástico é enfiada através de furos pré-perfurados ao longo da lombada do papel.</p>
<p><strong>Encadernação de folheto</strong><br />
Encadernação de pequenos panfletos ou folhetos, normalmente por Grampeação lateral.</p>
<p><strong>Encadernação mecânica</strong><br />
Método de encadernação em que as páginas são presas por meios mecânicos, normalmente espirais de metal ou plástico.</p>
<p><strong>Encadernadora</strong><br />
Estabelecimento que encaderna livros, panfletos, etc.</p>
<p><strong>Entalho</strong><br />
Corte de uma cavidade retangular, ou buraco, numbloco de</p>
<p><strong>Entrelinha</strong><br />
Na composição com tipo de metal, linhas finas de metal(em espessuras de 1 a 2 pontos) usadas para criar espaço entre linhas de tipo. As entrelinhas são mais baixas do que o tipo normal e portanto não imprimem.</p>
<p><strong>Entrelinhamento</strong><br />
Na composição com tipo metálico, a inserção de entrelinhas entre as linhas de tipo. Na fotocomposição, a colocação de espaço entre linhas de tipo. Na fotocomposição, a colocação de espaço entre linhas de tipo. É também chamado avanço do filme. Ou espaçamento entre letras.</p>
<p><strong>Envelope baronial</strong><br />
Envelope quadrado usado para proclamações, correspondência formal e muitos tipos de cartões de felicitações.</p>
<p><strong>Envelope de grampo<br />
</strong>Envelope no qual se fecha a aba com um grampo metálico. A aba pode ter tambem cola.</p>
<p><strong>Envernizamento<br />
</strong>Processo de envernizamento feito na impressora com rolos entintadores ou chapa em branco ou fora de máquina com vaporizadores tipo spray ou rolos de verniz. O verniz pode ser adicionado para proteger a peça impressa ou por razões estéticas. O verniz pode ser aplicado seletivamente pela impressora, quando a chapa de impressão é feita para cobrir apenas as áreas a serem envernizadas. É necessário cuidar que a impressão do trabalho se faça com tintas compatíveis com o verniz. O verniz e um produto alternativo para a plastificação e somente é útil em papéis cuchês, quando deve dar brilho. Existem vernizes com brilhos diversos e com várias finalidades. Assim, temos: verniz contra abrasão, para proteger a imagem impressa contra desgaste; verniz impermeabilizante, usado muito em produtos expostos à umidade; verniz inodoro, para isolar o cheiro da tinta; e os diversos vernizes de brilho.</p>
<p><strong>Erro do Impressor</strong><br />
Veja EG-Erro da gráfica.</p>
<p><strong>Espaçadores</strong><br />
Peças que, na linotipo, dão o espaço variável, necessário para justificação das linhas. Depois de a linha ser composta com uma fileira de matrizes, os espaçadores são forçados para cima para apertar (isto é, justificar) a linha antes da fundição.</p>
<p><strong>Espaçamento<br />
</strong>A separação de letras e palavras no texto ou a separação de linhas de tipo pela inserção de espaço (entrelinhamento).</p>
<p><strong>Espaços</strong><br />
Na composição manual, peças finas de metal, mais baixas que o tipo normal, inseridas entre palavras ou letras para o espaçamento adequado numa linha de tipos.</p>
<p><strong>Falha de cobertura</strong><br />
Falha da tinta de impressão ao cobrir a superfície, deixando pequenos buracos na área impressa.</p>
<p><strong>Família de tipos</strong><br />
Todos os corpos e variações de um tipo em particular (romano, grifo, negrito, condensado, largo, etc.). Conjunto dos caracteres cujo desenho, independente do corpo, apresenta as mesmas características fundamentais, podendo variar na força ou na inclinação dos traços ou na largura relativa das letras.</p>
<p><strong>Fator de filtragem</strong><br />
Número que indica o aumento necessário na exposição quando o filtro é utilizado.</p>
<p><strong>Fichário</strong><br />
Forma comum de encadernação na qual as folhas são presas por dois ou mais anéis que passam através de furos já feitos ao longo da margem do papel.</p>
<p><strong>Filme reversível</strong><br />
Filme especial de contato no qual os valores branco e preto são preservados no contato direto com o original, isto é, um positivo produz um positivo e um negativo um outro negativo.</p>
<p><strong>Fio</strong><br />
Linha preta usada para uma variedade de efeitos tipográficos, incluindo cantos e quadros. Os fios são na verdade elementos tipográficos com alutura suficiente para impressão e vêm numa variedade de espessuras, chamada pesos, que são medidas em pontos Didot. Muitos fios são fundidos como fios duplex; duas ou mais linhas paralelas da mesma ou de diferentes espessuras fundidas no mesmo corpo. Fios finos para trabalhos tipográficos são frequentemente feitos de tiras de bronze ou aço. Além de linhas, os fios podem ser pontilhados (corondéis) ou em travessão ou podem conter elementos decorativos.</p>
<p><strong>Fio fino</strong><br />
Também chamado fio claro. É a linha ou fio mais fino que pode ser reproduzido na impressão.</p>
<p><strong>Fios de picote</strong><br />
Na impressão tipográfica, fios de aço endurecidos, de 1 ou 2 pontos de largura e ligeiramente mais altos do que a altura do tipo, que são paginados na forma de modo que caiam na linha exterior da área.</p>
<p><strong>Fita durex para máscara</strong><br />
Fita translúcida, que bloqueia a luz, de cor vermelha ou preto chapado, de colagem por pressão, usada para mascarar áreas não desejadas do original no filme negativo ou positivo. Também, fita marrom ou branco-opaco, de colagem por pressão, usada extensivamente na preparação de trabalhos de arte e na confecção de</p>
<p><strong>Flexografia</strong><br />
Também conhecida por impressão com anilina. Processo de impressão em relevo usando chapa de borracha ou de plástico macio e tinta de secagem rápida, votátil Muito usada na indústria de embalagem.</p>
<p><strong>Folha volante</strong><br />
Folha avulsa, impressa ou manuscrita de um lado apenas, para distribuição manual em domicílios.</p>
<p><strong>Folheto</strong><br />
Peça impressa com uma ou mais dobras, cada seção da qual se apresenta como uma página completa. Também, obra de poucas páginas, quase sempre grampeada.</p>
<p><strong>Fólio</strong><br />
Número da página. Também se refere a uma folha de papel com uma dobra.</p>
<p><strong>Fonte</strong><br />
Conjunto completo de todos os caracteres (maiúsculas, minúsculas, números, sinais de pontuação, etc.) de um corpo e de um tipo: por exemplo, Garamond corpo 10 romano. O número de caracteres por fonte varia de 96 a 225. Sinais não constantes da fonte (fora da fonte) são chamados caracteres especiais (em inglês, pi characters).</p>
<p><strong>Fonte ampliadora</strong><br />
Fonte de filme negativo usada pela Alphasette para produzir corpos maiores do que 16 ou 18.</p>
<p><strong>Fonte de tituleira</strong><br />
Fonte em forma de grade ou tira de filme negativo, que contém um alfabeto para composição de títulos.</p>
<p><strong>Fôrma</strong><br />
Na impressão tipográfica, texto e outros materiais compostos para impressão, encerrados numa rama, do qual se tira uma chapa ou se faz a impressão. Em offset, refere-se à montagem.</p>
<p><strong>Formatação</strong><br />
Na fotocomposição, tradução das especificações de composição do planejador gráfico em um formato ou comando, código para o equipamento de fotocomposição.</p>
<p><strong>Formato<br />
</strong>Termo geral para o estilo, tamanho e aparência geral de uma publicação.</p>
<p><strong>Formato bastardo</strong><br />
Um formato não-padronizado de qualquer material utilizado em artes gráficas.</p>
<p><strong>Formato refliado</strong><br />
Formato final de uma peça impressa, depois do refile. Ouando se monta a fôrma para impressão, deve-se deixar uma margem para o refile final do papel.</p>
<p><strong>Fotocomposição</strong><br />
Também conhecida como composição a frio, por oposição à linotipia, chamada de composição a quente. E a preparação de manuscrito para impressão pela projeção de caracteres de tipo sobre papel ou filme fotossensível, que é então colado em artes-finais, ou em bases de montagem de filme, das quais se originam as chapas de impressão. As máquinas de fotocomposição produzem sempre imagens positivas do tipo, tanto em papel como em filme fotossensível.</p>
<p><strong>Fotografia</strong><br />
Ato de fotografar original para reprodução. Também o original pronto para ser fotografado.</p>
<p><strong>Fototexto</strong><br />
Texto composto por meio de fotocomposição.</p>
<p><strong>Fototipo</strong><br />
Tipo composto fotograficamente: tipo composto em máquina de fotocomposição.</p>
<p><strong>Fototipografia</strong><br />
Processo de produção de material de reprodução gráfica através do uso de todos os meios fotomecânicos: máquinas de fotocomposição, câmaras fotográficas, ampliadores, tituleiras e bases fotossensíveis.</p>
<p><strong>Frente</strong><br />
O lado onde uma pagina ou livro começa ou abre. A página 1 e sempre frente e aparece sempre do lado ímpar. Contrário de verso.</p>
<p><strong>Frontispício</strong><br />
Página que, no começo do livro (geralmente página 3), podendo ser precedida apenas pelo ante-rosto, traz o título da obra, nome do autor, indicação do editor e outros dados complementares.</p>
<p><strong>Fundo de cor</strong><br />
Chapa reticulada ou chapada usada para imprimir um fundo de cor sobre o qual o texto ou arte meio-tom será superposto em cor mais escura ou em preto.</p>
<p><strong>Furo de registro</strong><br />
Modo de obter registro de forma rápida e eficiente. Originais, filmes, máscaras, negativos intermediários e chapas podem ser todos furados de forma idêntica e registrados com precisão colocando-se cuidadosamente os furos sobre os pinos de registro.</p>
<p><strong>Galé</strong><br />
Na composição tipográfica, bandeja rasa com rebordos de metal em três lados, que contém as linhas fundidas, antes da paginação. Também se refere às provas de<br />
Grade. Na fotocomposição, porta-matrizes retangular com fonte de tipos em negativo usada em alguns sistemas.</p>
<p><strong>Grampeação</strong><br />
Veja Grampeação a cavalo e Grampeação lateral.</p>
<p><strong>Grampeação a cavalo</strong><br />
Também chamada lombada canoa. Forma comum e barata de encadernar folhetos e livretos, quando não forem muito volumosos. As páginas são fixadas com grampos inseridos pela lombada, ou linha de dobra, e são dobradas na area central. As folhas dobradas ou paginas são colocadas sobre uma &#8220;sela&#8221;, para asseguar um posicionamento adequado, e e grampeadas.</p>
<p><strong>Grampeação Lateral<br />
</strong>Método de encadernar livros, catálogos e revistas em que os grampos são colocados perto da lombada, atravessando da primeira página até a última, onde são fechados.</p>
<p><strong>Grifo</strong><br />
Também chamado itálico, cursivo, aldino. Letra inclinada para a direita.</p>
<p><strong>Guardas</strong><br />
Folhas dobradas que se põem no começo e no fim do livro encadernado, unindo a capa ao volume. Os papéis usados são normalmente mais encorpados que o papel do miolo do livro.</p>
<p><strong>Guarnição</strong><br />
Na impressão tipográfica, peças retangulares de madeira, metal ou plástico, mais baixas que o tipo, usadas para encher as áreas em branco em volta do texto e clichês quando encerradas na fôrma para impressão.</p>
<p><strong>Guia de cor</strong><br />
Instruções na arte ou diagrama (normalmente trabalhos com cores especiais) indicando a posição e a porcentagem de cor requerida, ou uma amostra da cor real.</p>
<p><strong>Guia de montagem<br />
</strong>Layout, rough ou paste-up que serve como guia para montagem do filme.</p>
<p><strong>Guttenberg, Johann</strong><br />
Inventor do tipo móvel e da impressão tipográfica (cerca de 1455) como os conhecemos hoje. Embora antecedido pelos chineses e coreanos (cerca de 705 d.C) Guttenberg é lembrado como o pai da produção em massa e da era da máquina.</p>
<p><strong>Imposição ou montagem</strong><br />
Na impressão, o arranjo de páginas numa chapa de impressão de modo que apareçam na ordem correta quando a folha impressa for dobrada e refilada. Também o plano para tal arranjo.</p>
<p><strong>Impressão com chapa de aço</strong><br />
Também chamada impressão com matriz de aço. Impressão que usa matrizes de aço, que são entintadas, limpas e pressionadas a grandes pressões sobre a base.</p>
<p><strong>Impressão superposta</strong><br />
Impressão de uma cor sobre a outra, ou superpor texto sobre uma reprodução meio-tom.</p>
<p><strong>Impressão tipográfica</strong><br />
Método de impressão usado originalmente para imprimir com tipos de madeira. E baseado na impressão por relevo, o que significa que a área da imagem é elevada. A superficie é entintada por meio de um rolo e a imagem e transferida diretamente ao papel por pressão. Em inglês, letterpress.</p>
<p><strong>Incunábulo</strong><br />
Impressão antiga, especialmente aquela feita no século XV.</p>
<p><strong>Index<br />
</strong> Lista alfabética de itens (como tópicos ou nomes) tratados na obra impressa e que dá a cada item o número da página onde ele pode ser rencontrado.</p>
<p><strong>Inicial</strong><br />
Também conhecido como letra capitular. A primeira letra de um texto, composta em tipos grandes, para decoração ou ênfase. Usada para começar um capítulo de um livro.</p>
<p><strong>Intercalação</strong><br />
Colocação de folhas brancas de papel entre as folhas que saem da impressão, para evitar decalque, isto é, para previnir que a tinta &#8220;marque&#8221; o verso da folha impressa anteriormente.</p>
<p><strong>Intervalo de corte</strong><br />
Nas rotativas, a distância ou intervalo entre as facas de corte, que seccionam a bobina em folhas individuais.</p>
<p><strong>Inversão</strong><br />
Modificação de uma imagem (por exemplo, um meio-tom) de forma que fique com a face virada para o lado oposto.</p>
<p><strong>Justificar</strong><br />
Ato de ajustar as linhas de tipo a uma medida especificada, a direita e à esquerda, pela colocação de uma quantidade apropriada de espaços entre palavras na linha tornando-a uniforme.</p>
<p><strong>Kerning</strong><br />
Ajuste do espaço entre letras de forma que parte de uma se estende sobre o corpo da próxima. As letras kerned são comuns nas fontes em grifo, manuscritas (script) e largas. No tipo metálico, o kerning é feito cortando-se o corpo do tipo para um ajuste mais apertado. Na fotocomposição, e feito pelo retroespaçamento, e a composição feita desta forma é chamada frequentemente de &#8220;composição apertada&#8221; ou composição com menos espaçamento entre letras.</p>
<p><strong>Lado da emulsão<br />
</strong>Lado da camada da emulsão de aparência mate, sem brilho, do material fotográfico. O verso é mais brilhante.</p>
<p><strong>Largo</strong><br />
Também chamado expandido. Versão mais larga de um tipo regular.</p>
<p><strong>Largura</strong><br />
Variações das formas de letras: condensado (estreito), expandido (largo).</p>
<p><strong>Layout</strong><br />
Plano preliminar feito à mão ou copia heliográfica dos elementos básicos de um projeto mostrados na sua posição antes de fazer um layout compreensivo (v. verbete). Pode também mostrar os tamanhos e tipo do texto, ilustrações, espaçamento e estilo geral como guia para o impressor.</p>
<p><strong>Lead-in</strong><br />
As primeiras poucas palavras num bloco de original, compostas em tipo contrastante, diferente.</p>
<p><strong>Legenda</strong><br />
Texto explanatório que acompanha as ilustrações.</p>
<p><strong>Legibilidade</strong><br />
Qualidade do texto, de seu espaçamento e composição, que afeta a velocidade da percepção: quanto mais rápida, mais fácil e mais acurada a percepção mais legivel será o texto.</p>
<p><strong>Leitura inversa</strong><br />
Imagem contraria ao original. Como tal aparece num espelho.</p>
<p><strong>Letreinamento manual</strong><br />
(Também chamado fotoletreinamento ou fotoletreiramento manual). Método para composição de letras no qual os alfabetos convertidos de filme são montados peça por peça de uma caixa de arquivo manualmente. As fontes são normalmente disponíveis em um tamanho de cada estilo e as palavras montadas são ampliadas ou reduzidas para se ajustarem ao layout. A montagem é feita por artistas habilidados que retocam, modificam ou melhoram o resultado final antes de entregar o trabalho.</p>
<p><strong>Ligatura</strong><br />
No tipo de metal ou fundido, dois ou três caracteres reunidos em um único corpo, ou matriz, tais como ff, ffi, ffl, Ta, Wa, Ya, etc. Não confundir com caracteres usados em logotipos, fundidos em um unico corpo.</p>
<p><strong>Linhas de retícula</strong><br />
Número de linhas por polegada ou centímetro de uma retícula de contato ou de vidro para meio-tom.</p>
<p><strong>Linhas de demarcação<br />
</strong>Linhas desenhadas pelo planejador na arte-final para indicar a área exata a ser ocupada por um meio-tom, cor, matiz, etc.</p>
<p><strong>Linotipo</strong><br />
Nome comercial aportuguesado de uma máquina de composição através de fundição de linhas inteiras de tipo em um único bloco. Fabricado pela Mergenthaler Linotype.</p>
<p><strong>Linhas-d&#8217;água</strong><br />
A marca-d&#8217;água largamente espaçada (normalmente cerca de 4 cm de separação) que corre na direção da fibra dos papéis estriados. As linhas-d&#8217;agua são naturais em papeis feitos à mão e podem ser limitadas nos papéis feitos em máquina.</p>
<p><strong>Linho</strong><br />
Tipo ou acabamento dado a materiais para revestimento de capa dura ou papel.</p>
<p><strong>Livreto<br />
</strong>Um pequeno livro, comumente encadernado com papel para capas. Usado normalmente com finalidades promocionais ou de propaganda.</p>
<p><strong>Livro de amostras</strong><br />
Livro de amostras oferecido pelos fabricantes de tintas para os sistemas de combinações de cores (como o Pantone Matching System) mostrando todas as cores disponiveis. Na edição para os planejadores gráficos, as cores sao numeradas, para identificação; na edição para o impressor, incluem-se também as instruções para a mistura de tintas. Os livros contem igualmente amostras de papéis.</p>
<p><strong>Livro-texto consumível</strong><br />
Livro didático completo projetado para nele se escrever e ser completamente consumido pelo estudante e que não depende de qualquer outro livro ou material. Um livro-texto consumivel deve ser usado por apenas um aluno durante o periodo letivo e então descartado, ao contrário de um livro-texto não-consumivel.</p>
<p><strong>Livro-texto não-consumível</strong><br />
Livro didatíco que deve, ser usado e reutilizado cos que são juntados em um corpo como marca comercial ou símbolo da empresa. Não confundir com ligatura, que consiste de dois ou mais caracteres normalmente conectados.</p>
<p><strong>Lombada</strong><br />
Lombo, dorso. Na encadernação de livros e revistas, a parte que une a frente à traseira da capa. O lado de brochuras, livretos, revistas, folhetos, etc. onde está a costura, colagem ou grampo, oposto ao corte da frente. Lombo ou dorso é mais empregado para o lado oposto ao da frente em livros, no seu aspecto final.</p>
<p><strong>Lombada quadrada</strong><br />
Método de encadernação relativamente barato no qual as páginas são agrupadas e fixadas à capa por meio de cola. Usada largamente para brochuras, livros-texto, catálogos telefônicos, revistas.</p>
<p><strong>Luz de segurança</strong><br />
Lâmpada colorida usada em câmara escura que não afeta o material fotográfico.</p>
<p><strong>Lydel</strong><br />
Nome comercial das chapas offset de fotopolímero fabricadas pela DuPont.</p>
<p><strong>Má divisão</strong><br />
Na composição, quando a primeira linha de uma página tem hífen. É também uma divisão de fim de linha incorreta.</p>
<p><strong>Magenta</strong><br />
Também conhecido como vermelho de seleção. Uma das cores de seleção (v. verbete). Também um dos filtros usados na separação de cores.</p>
<p><strong>Maiúscula</strong><br />
Letras maiúsculas de uma fonte de tipo: A, B, C, etc. O mesmo que caixa alta, capital, versal.</p>
<p><strong>Manuscrito</strong><br />
Original a ser composto. Pode-se referir também à escrita manual, oposta à escrita à máquina. Estilo de tipo baseado nas letras escritas à mão. Os manuscritos podem aparecer em estilos formais e informais e numa variedade de pesos.</p>
<p><strong>Máquina plano-cilíndrica</strong><br />
Impressora tipográfica contendo um cofre metálico plano no qual se encontra a forma de tipos e cliquês encerrada no ramo posicionada para a impressão. Para imprimir, o papel é forçado contra a superfície de impressão por um cilindro de pressão.</p>
<p><strong>Marcação</strong><br />
Especificar o tipo ou outros materiais nas artes gráficas.</p>
<p><strong>Marcação de dimensões</strong><br />
Pequenas marcas feitas na arte-final ou original a ser fotografado, fora da área da imagem a ser reproduzida, e que indicam o tamanho da redução ou ampliação.</p>
<p><strong>Marcas de corte</strong><br />
No layout, as linhas desenhadas sobre um overlay ou nas margens de uma fotografia para indicar onde a imagem deve ser cortada.</p>
<p><strong>Máscara</strong><br />
Refere-se geralmente a qualquer material usado para bloquear ou mascarar porções de uma ilustração ou area a fim de protegê-la. No trabalho fotoquímico o material que bloqueia a luz é usado para cobrir uma área, protegendo-a da exposição à luz. No offset, usa-se material opaco para proteger as áreas de não-impressão da chapa de impressão durante durante a exposição.</p>
<p><strong>Matriz</strong><br />
No tipo de metal fundido, o molde a partir do qual o tipo é fundido. Na composição a quente, o molde especialmente projetado para fundir cada um dos caracteres; várias matrizes são juntadas para fundir uma linha na fotocomposição, a chapa de vidro que contém a fonte de filme negativo.</p>
<p><strong>Minerva</strong><br />
Máquina de platina (v. verbete) usada para imprimir pequenos trabalhos, tais como cartões de visita, envelopes, bilhetes, etc.</p>
<p><strong>Moiré</strong><br />
(Pronuncia-se moarê). Padrões indesejáveis que ocorrem quando as reproduções são feitas a partir de provas reticuladas. É causado pela confu- são óptica entre os traços da retícula meio-tom e os pontos ou linhas contidas no original; um efeito similar pode ocorrer na reprodução policromática de meio-tom devido aos ângulos incorretos da retícula ou falta de registro nas impressões em cores durante a impressão. Nos trabalhos de quatro cores de seleção, o amarelo normalmente tem uma retícula diferente (133 linhas) das outras três cores (120 linhas), para evitar o moiré. O moiré também pode ser provocado por certos papéis e por cargas inadequadas de tintas ou ainda pela seqüência de cores.</p>
<p><strong>Monocromático</strong><br />
Feito de tons e sombras de uma só cor.</p>
<p><strong>Montagem final</strong><br />
Montagem completa de texto, arte a traço e arte em meio-tom na forma de filmes positivos numa base de filme transparente.</p>
<p><strong>Offset</strong><br />
Também chamado litografia. Forma comercial da impressão litográfica. O offset é um método de impressão planográfico, sendo o único método importante de impressão no qual a área da imagem e o da não-imagem na chapa de impressão estão no mesmo plano. Elas são separadas por meios quimicos, dentro do princípio de que a gordura (tinta) e a água (a solução dos rolos umidificadores) não se misturam. A tinta é transferida da chapa para a blanqueta de borracha e daí para o papel. Portanto, pelo fato de a imagem não ser transferida diretamente da chapa para o papel, o sistema é classificado como de impressão indireta.</p>
<p><strong>Olho</strong><br />
Parte do tipo de metal que, recebendo a tinta, transmite ao papel a impressão da letra ou sinal que representa.</p>
<p><strong>Opacidade</strong><br />
Qualidade de uma folha de papel que evita que o texo ou imagem impressa de um lado apareça do outro lado: quanto mais opaca a folha, menor a transparência.</p>
<p><strong>Opaco<br />
</strong>Não transparente, que não permite a passagem da luz. Áreas do filme negativo propositadamente pintadas para que não se reproduzam.</p>
<p><strong>Original</strong><br />
No planejamento gráfico e na composição, texto datilografado. Na impressão, todas as artes a serem impressas: texto, fotografias, ilustrações. Veja também Original de tom contínuo e Original a traço.</p>
<p><strong>Original a traço</strong><br />
Qualquer original que seja preto chapado sem gradação de tom: trabalhos a traço, texto, pontos, fios, etc.</p>
<p><strong>Original invertido</strong><br />
Original que é invertido quando impresso.</p>
<p><strong>Original de tom contínuo</strong><br />
Qualquer imagem que tenha uma gama completa de tons desde o preto até o branco: fotografias, pinturas, desenhos, etc.</p>
<p><strong>Paica</strong><br />
Unidade tipográfica anglo-americana de medida: 12 pontos = 1 paica (1/16 de polegada) e 6 paicas = 1 polegada. Também usado para designar tipo de máquina de escrever que bate dez caracteres por polegada (oposto ao tipo elite da máquina de escrever, que produz doze caracteres por polegada).</p>
<p><strong>Papel cuché</strong><br />
Quase sempre é fabricado em duas classes distintas, uma para impressão em tipografia, outra para offset. Geralmente é brilhante e revestido com camada de cola e pigmento. Muito indicado para impressão em cores, é vendido principalmente no formato 66 x 96 cm.</p>
<p><strong>Papel de capa</strong><br />
Termo aplicado a uma variedade de papéis pesados (cartolinas) usados para as capas externas de brochuras, livretos e catálogos.</p>
<p><strong>Picotagem</strong><br />
Perfuração de pequenos orifícios numa folha de modo que uma parte possa ser facilmente destacada da outra. Na tipografia, a picotagem é feita na impressora por meio de fios de aço. No offset e na rotogravura por meio de fios de aço. No offset e na rotogravura, é feita normalmente fora da impressora, como uma operação de acabamento, usando uma máquina ou fio de picote.</p>
<p><strong>Plano</strong><br />
Termo que indica as ilustrações impressas com falta de contraste e definição de detalhes.</p>
<p><strong>Policromia</strong><br />
VeJa Cores de seleção.</p>
<p><strong>Pontilhado</strong><br />
Também chamado corondel. Série de pontos ou riscas usada para dirigir a visão na leitura. O pontilhado e especificado em quadratins,em geral 2, 3 Ou 4.</p>
<p><strong>Ponto</strong><br />
Menor unidade tipográfica de medida: 12 pontos = 1 paica, e 1 ponto = aproximadamente 1/72 de uma polegada. No sistema Didot, também 12 pontos = 1 cícero. O tipo é medido em termos de pontos, sendo corpos padronizados os seguintes: 6, 8, 10, 12, 14, 18, 24, 30, 36, 42, 48, 60 e 72.</p>
<p><strong>Ponto elíptico</strong><br />
Ponto meio-tom com a forma de bola de futebol americano, em vez do ponto de forma quadrada convencional. Uma vantagem do ponto elíptico é que produz uma gradação mais suave dos tons.</p>
<p><strong>Pontos</strong><br />
Pequenas imperfeições em forma de furos que permitem a passagem da luz na emulsão de um negativo fotográfico. Devem ser eliminados antes da produção das chapas.</p>
<p><strong>Primeira cor impressa</strong><br />
Na impressão em cores, a primeira cor impressa sobre a folha ao passar pela impressora.</p>
<p><strong>Primeiras provas</strong><br />
Provas submetidas ao cliente para conferência pelos revisores, editores, etc.</p>
<p><strong>Prova</strong><br />
Cópia ou folha impressa do material para avaliação, para ser confrontada com o original e depois corrigida. Veja também Provas progressivas, Prova de gale, Listagem, Prova fotográfica, Prova de página, Prova de revisão, Prova para reprodução.</p>
<p><strong>Prova de cor</strong><br />
Imagem impressa em cor que permite ao impressor ver o que esta acontecendo com o filme e assegurar ao cliente que a cor está correta e no registro. Idealmente, a prova deveria ser impressa na mesma maquina e no mesmo papel que sera usado no trabalho acabado.</p>
<p><strong>Prova de máquina</strong><br />
Prova tirada na impressora de produção de fato (ao contrário do prelo de provas) para mostrar exatamente como o trabalho parecerá quando impresso. As provas de máquina são caras e normalmente requis itadas apenas para verificação final, na hora da impressão, e examinadas na própria gráfica, enquanto a impressora aguarda a aprovação.</p>
<p><strong>Prova de pré-lmpressão</strong><br />
Prova feita diretamente do filme antes que a chapa de impressão tenha sido feita.</p>
<p><strong>Prova de revisão</strong><br />
Também chamada prova do impressor. Prova de galé (v.verbete) normalmente a prova especifica lida pelo revisor da gráfica, que contém dúvidas e correções a serem conferidas pelo cliente.</p>
<p><strong>Prova para reprodução</strong><br />
Prova feita da composição que foi cuidadosamente enramada e acertada. As provas para reprodução são tiradas em papel cuchê especial e colocadas na arte-final.</p>
<p><strong>Prova de página</strong><br />
Impressão ou prova tirada de uma página antes da impressão para revisão.</p>
<p><strong>Quadricromia por seleção</strong><br />
Métado de reprodução de original policromático (arte original, transparência, etc.) pela separação da imagem colorida em suas três cores primárias&#8211;magenta, amarelo e ciano&#8211;e mais preto. Isto resulta em quatro chapas de impressão, uma para cada cor, que quando impressas umas sobre as outras reproduzem, por ilusão óptica, todas as cores da arte original.</p>
<p><strong>Recorrer</strong><br />
Compor sem quebras de parágrafos ou inserir novo original sem ter que fazer um novo parágrafo.</p>
<p><strong>Registro</strong><br />
Na impressão, posicionamento preciso de um filme (negativo ou positivo) ou chapa de impressão uma sobre a outra de modo que as imagens de ambas se completem perfeitamente e o resultado seja uma &#8220;imagem única&#8221;. Quando as chapas são impressas fora de reqistro a imagem resultante será indistinta; se haver cores de seleção, a imagem pode mudar de cor. Em casos extremos, aparece uma sombra.</p>
<p><strong>Régua tipográfica</strong><br />
Também chamada tipômetro. Usada para cálculo de texto (v. verbete) e para medir materiais tipográficos.</p>
<p><strong>Relevo</strong><br />
Método de impressão que usa uma área de imagem elevada. A forma comercial de impressão em relevo é a tipografia.</p>
<p><strong>Regravar</strong><br />
Riscar linhas. &#8220;Puxar&#8221; linhas claras na emulsão de um filme de forma que elas imprimam como fios pretos.</p>
<p><strong>Saída</strong><br />
Parte da impressora na qual a folha impressa e acabada é colocada. Em computação, o resultado (output), produzido pela introdução de dados (input) no computador.</p>
<p><strong>Sangria</strong><br />
Área da chapa ou impressão que se estende (sangra) além da margem a ser refilada. Aplica-se principalmente a fotografias ou áreas de cor. Quando o trabalho envolve uma imagem sangrada, o planejador deve prever um espaço de 3 a 6 mm além do formato final para refile. Da mesma forma, o impressor deve usar uma folha ligeiramente maior para acomodar as sangrias.</p>
<p><strong>Separação</strong><br />
Veja Separação de cor.Separação de cor</p>
<p><strong>Separação de cor</strong><br />
A operação de separação de uma arte nas quatro cores de seleção por meio de filtros em uma câmara de seleção ou por scanners eletrônicos (v. verbete). O resultado e quatro filmes de tom contínuo (negativos ou positivos) que depois de reticulados são usados para fazer as chapas de impressão.</p>
<p><strong>Sistema de referência de cores</strong><br />
Método para especificar cores especiais por meio de amostras numeradas disponíveis em catálogos de cores.</p>
<p><strong>Sistema Pantone de cores</strong><br />
Marca registrada de um sistema largamente usado para cores especiais (v. verbete).</p>
<p><strong>Sobra</strong><br />
Impressão de uma quantidade em excesso em relação à ordenada. Também, impressão em excesso do que é realmente necessário. Os compradores de serviços gráficos devem estar atentos quanto à cobrança de exemplares a mais não acertados previamente.</p>
<p><strong>Sobrecapa</strong><br />
Cobertura de papel ou outro material flexível que envolve e protege a capa de um livro encadernado.</p>
<p><strong>Sobreposição</strong><br />
Na impressão em cores, área onde uma cor se superpõe a outra, adjacente.</p>
<p><strong>Tack</strong><br />
Resistência oferecida pelas películas de tinta. Tack é a medida de coesão interna da tinta.</p>
<p><strong>Tipo<br />
</strong>Letras do alfabeto e todos os outros caracteres usados isolada ou conjuntamente para criar palavras, sentenças, blocos de texto, etc.</p>
<p><strong>Tiragem</strong><br />
A quantidade de folhas ou passadas a ser impressa. A quantidade de qualquer publicação impressa.</p>
<p><strong>Trabalho a traço</strong><br />
Arte que consiste de pretos chapados e brancos, sem variações de tonalidade.</p>
<p><strong>Tricotomia por separação</strong><br />
Quase que o mesmo que a impressão de quatro cores por separação (v.verbete) com exceção de que, nete caso, a chapa do preto é eliminada.</p>
<p><strong>Vincagem</strong><br />
Fazer sulcos mecanicamente no papel de forma que ele possa ser dobrado facilmente. Necessário normalmente quando o papel é moderadamente rígido ou quando a dobra é contra a direção da fibra.</p>
<p><strong>Viúva</strong><br />
Final de um parágrafo ou de uma coluna de matéria de leitura indesejavelmente curto: uma única e curta palavra; ou o fim de uma palavra hifenizada como &#8220;te&#8221;.</p>
<p>AA. Alteração do autor, ou qualquer alteração no texto ou matéria ilustrativa que não seja EG (erro da gráfica).</p>
<p>Acabamento. Propriedades da superfície do papel.</p>
<p>Acabamento de máquina. Papel sem camada com acabamento liso mas sem brilho. .</p>
<p>Alceamento. Também chamado colecionamento. Arranjo de folhas ou cadernos na sequência adequada de forma que as páginas fiquem na ordem correta antes da costura e da encadernação.</p>
<p>Alimentação por folhas.Modo de utilizar papel em uma impressora durante a impressão no qual o papel é alimentado na maquina em folhas e não em bobinas.</p>
<p>Alinhar. Colocar letras ou palavras na mesma linha horizontal ou vertical.</p>
<p>Alteração. Mudança de instruções que alterará o original em qualquer estágio da composição.</p>
<p>Alteração do autor. Veja AA.</p>
<p>Altura do tipo. Altura padronizada de um tipo metálico: 0,918 de polegada (23,317 mm) no sistema anglo-americano e 23,566 mm ou 0,928 de polegada no sistema Didot. Uma chapa é dita na &#8220;altura do tipo&#8221; quando montada sobre madeira ou metal na altura adequada para ser usada nas impressoras tipográficas.</p>
<p>Ângulo da retícula. Ângulo no qual duas ou mais retículas são direcionadas em relação a uma outra para evitar a criação de um indesejado moire nos pontos meio tom. Na impressão de quatro cores de seleção, por exemplo, as retículas para as quatro chapas devem ser anguladas como segue: 45°, 75°,105° e 120°.</p>
<p>Arrancamento. Remoção da parte da superfície do papel durante a impressão. Condição que se desenvolve se a força de atração (a pega) da tinta é maior do que a força da superfície ou da camada do papel.</p>
<p>Arte. Qualquer original, preparado por um artista, fotógrafo ou qualquer meio mecânico. Livremente falando, qualquer original a ser reproduzido.</p>
<p>Arte-final. Também chamado Paste-up. Montagem pronta para ser fotografada contendo todos os elementos de texto e desenho colados sobre um diagrama ou cartão de montagem na posição correta e contendo instruções, nas margens ou no overlay para a gráfica.</p>
<p>Ascendentes. As letras minúsculas que se elevam acima do corpo da letra, como b, d, f, h, k, l, e t.</p>
<p>Blanqueta. Também conhecida como caucho ou pano de borracha. No sistema offset, a folha de superfície de borracha que reveste o cilindro que transfere a imagem da chapa para o papel.</p>
<p>Brochura. Encadernação na qual os cadernos são costurados na lombada e colados a uma capa mole, ou apenas colados sem costura.</p>
<p>Cabeça Parte superior de uma página ou livro. Oposta a pé.</p>
<p>Caixa. Tabuleiro de tipos. Cada um dos caracteres da fonte de tipos tem sua própria seção no tabuleiro, chamado caixa de tipos.</p>
<p>Caixa californiana. Caixa tipográfica, usada particularmente nos Estados Unidos, para caracteres destinados à composição de trabalhos de fantasia. Os cubículos individuais são arranjados para dar o mínimo do movimento e são dimencionados para acomodar letras em quantidades relacionadas à frequência de uso. Não se adapta ao português por não comportar a maioria das letras acentuadas da nossa língua.</p>
<p>Capa encaixada. Capa maior do que o miolo refilado. Oposto à capa normal, que tem o mesmo tamanho.</p>
<p>Capa Miolo. Capa do mesmo papel utilizado no resto do livro. Usado para livretos ou panfletos quando o papel de capa não precisa ser particularmente forte ou para diminuir o custo dos materiais e operações necessárias para produzir uma capa.</p>
<p>Capa mole Capa que não utiliza papelão. Normalmente é um papel ou cartolina especial para capa de livro brochurado.</p>
<p>Capa normal. Capa refilada no mesmo tamanho das páginas do texto (miolo). Utilizada nas brochuras sem orelha.</p>
<p>Cartão. Folha muito grossa de papel, fabricada diretamente na máquina obitida pela colagem e prensagem de várias outras folhas. Conforme a grossura,diz-se cartolina ou papelão. A distinção se faz pela espessura: é papelão quando esta supera o meio milímetro. Na prática, diz-se cartão se a folha pesar 180 gramas ou mais por metro quadrado; menos do que isto é papel.</p>
<p>Cartão de colagem. Cartão laminado usado como cartão para encadernação.</p>
<p>Cartão de encadernação. Cartão de papel, podendo ser de moldagem ou de colagem, usado na encadernação de livros de capa dura.</p>
<p>Cartão de moldagem. Cartão usado para encadernação de alta qualidade, feita de pasta sólida em uma única peça.</p>
<p>Cartão de primeira. Na verdade, a denominação abrange uma ampla faixa de cartões e cartolinas, fabricados exclusivamente com pasta química branqueada. Geralmente são bem colados, com acabamento monolúcido ou supercalandrado. Em geral, destinam-se a embalagens impressas, pastas de arquivo, cartões de visita e comerciais, fichas e similares.</p>
<p>Cartão triplex. Muito semelhante ao duplex, mas com suporte feito em duas ou mais camadas, sendo a última geralmente branca. É utilizado e comercializado da mesma forma que o duplex, porém tem melhores características de vincagem.</p>
<p>Cartões. Os cartões e cartolinas são igualmente variados e produzidos para grande número de aplicações. Destacamos aqui apenas os principais tipos usados para impressão: dúplex, triplex e cartão de primeira.</p>
<p>Celofane para gravação a quente. Folha metálica ou de pigmento usada na estampagem (gravação) de letras ou desenhos em uma superfície. Usada principalmente para gravação de capas de livros.</p>
<p>Chapa combinada. Meio-tom e traço combinados em uma chapa.</p>
<p>Chapado. Na impressão, refere-se a áreas que são completamente cobertas com tinta ou áreas que imprimem 100% de uma determinada cor.</p>
<p>Ciano. Também chamada azul de seleção. Uma das cores de seleção. Também um dos filtros usados na separação de cores.</p>
<p>Cilindro de pressão. Também chamado, em certas máquinas, cilindro de contra pressão. Cilindro que segura o papel contra a superfície de impressão de forma que o contato seja feito e se produza uma impressão.</p>
<p>Clichê. Chapa de impressão em relevo usada na impressão tipográfica. Feita normalmente de zinco, cobre ou magnésio. Ou Placa de metal, com imagens ou texto em relevo, obtida através de estereotipia, galvanotipia ou fotogravura, utilizada na impressão tipográfica.</p>
<p>Colagem. Imagem única feita de diversas imagens.</p>
<p>Colagem parcial. Processo de colagem de uma folha sobre a página impressa antes ou depois da encadernação. Isto é comum nos livros de arte, onde uma reprodução em cor é desejada num caderno em branco e preto (como para um Frontispício).</p>
<p>Cólofon. Inscrição colocada no fim do livro, declarando o nome da obra, autor, impressor e data.</p>
<p>Composição mecânica. Termo genérico e geral para a composição de matéria através de tipo de metal usando meios mecânicos (oposto da composição manual). O uso de máquinas incorporando teclados e composição a quente, isto é, linotipo, monotipo.</p>
<p>Contra a fibra. Dobrar papel em ângulo reto em relação ao sentido (direção) da fibra.</p>
<p>Contraste. Ampla gama de gradações de tom entre altas-luzes e sombras.</p>
<p>Cor. Na composição, o tom ou densidade da composição em uma página.</p>
<p>Cor de seleção. Termo usado para descrever a impressão policromática a partir de processo de seleção, oposto à impressão multicor em cores especiais.</p>
<p>Cor especial. Refere-se geralmente a cores ou matizes chapadas diferentes das cores da seleção.</p>
<p>Cores frias. Azul, verde e violeta, em oposição às cores quentes, como vermelho, amarelo e laranja.</p>
<p>Cores primárias. As três cores básicas a partir das quais todas as outras cores podem ser obtidas: vermelho, amarelo e azul. Na impressão de quatro cores de seleção, as três cores primárias: magenta, amarelo e ciano, mais o preto, são usadas para reproduzir toda a variedade de cores.</p>
<p>Cores quentes. Amarelo, vermelho e laranja. Contrário de cores frias: azul, verde e violeta.</p>
<p>Cores standard. Meia dúzia de cores básicas usadas pelo impressor principalmente para trabalhos em publicações como revistas e jornais. Estas cores incluem o standard vermelho, amarelo, verde, azul, etc.</p>
<p>Cores terciárias. Cores produzidas pela mistura de duas cores secundárias: laranja-verde, verde-violeta, violeta-laranja.</p>
<p>Corpo. Termo usado para descrever o volume, a espessura do papel de modo geral; quanto mais aspero o papel, maior é o seu corpo. Ou na composição, a grossura dos caracteres tipográficos, ou seja, a distância entre suas faces anterior e posterior, expressa em pontos. Na impressão, termo que se refere a viscosidade, consistência e fluxo de um veículo ou tinta.</p>
<p>Cor secundária. Cor que resulta da mistura de duas cores primárias: laranja (amarelo e vermelho), violeta (vermelho e azul) e verde (amarelo e azul).</p>
<p>Corte. Eliminar parte do original para que se ajuste melhor ao Layout da página. Feito normalmente com o uso de marcas de corte no original para indicar ao impressor onde deve ser feito o corte da imagem.</p>
<p>Cromo. Veja Transparência de cor.</p>
<p>Cursivos. Tipos que se assemelham à escrita manual, porém com as letras desconectadas.</p>
<p>Decisões de fim de linha. Refere-se geralmente à hifenização e justificação (H/F). Estas decisões podem ser feitas pelo operador do teclado ou pelo computador.</p>
<p>Defesa. Também conhecida como recolhido ou recuo. Espaço com que se recua uma composição à esquerda ou em ambos os lados, para deixá-la menor do que a medida geral.</p>
<p>Definição. O grau de definição de um negativo ou cópia.</p>
<p>Densidade. Na fotografia, medida de opacidade de um objeto transparente ou translúcido. Em um filme negativo, quanto maior a area de densidade, mais preto ou mais revelado ele é. A densidade é medida de 0 a 4,0.</p>
<p>Densitômetro. Instrumento com célula fotoelétrica que mede a densidade. Usado pelo fotógrafo para obter a exposição correta ao fotografar um original e pelo impressor para controlar a qualidade do trabalho impresso. Há dois tipos de densitômetro: de reflexão e de transmissão.</p>
<p>Desenho a traço. Qualquer arte criada com linhas pretas chapadas: normalmente caneta e tinta. Um desenho sem tons lavados ou diluídos.</p>
<p>Dobra em cruz. Na encadernação, se refere a dobras que tenham 90° de ângulo em relação à outra dobra.</p>
<p>Dobra em sanfona. Série de dobras paralelas no papel na qual cada dobra se abre na direção oposta à da dobra anterior &#8211; como uma sanfona.</p>
<p>Dobra francesa. Dupla dobra: a folha é impressa somente em um lado, depois dobrada duas vezes; uma verticalmente e a outra horizontalmente, resultando um folheto de quatro páginas econômico e atrativo.</p>
<p>Dupla exposição. Expor as imagens de dois ou mais filmes sobre um novo filme ou chapa, criando assim uma única imagem.</p>
<p>Efeito de halo. Amontoamento de tinta nas bordas das letras impressas e pontos meio-tom, especialmente na impressão tipográfica. Os centros dos pontos, embora impressos, aparecem mais claros, ou menos densos do que as bordas.</p>
<p>EG-Erro da gráfica. Oposto de AA (alteracão do autor).</p>
<p>Egípcio. Estilo de tipo reconhecível pela sua serifa pesada e quadrada.</p>
<p>Elite. O tipo de máquina de escrever de menor tamanho: tem 12 caracteres por polegada, enquanto as outras têm dez.</p>
<p>Eme. O mesmo que quadratim, no sistema anglo-americano de medidas tipográficas. O nome deve-se ao fato de o M maiúsculo, em numerosas fontes de tipos, corresponder à largura de um quadratim.</p>
<p>Emulsão. Nos processos fotográficos, a camada fotossensível montada sobre uma base que reage à luz.</p>
<p>Encadernação. Refere-se geralmente a todas as encadernações comerciais, como as de espiral, fresadas, mecânicas ou cartonadas, ao contrário das encadernações feitas à mão. Mais especificamente, refere-se apenas ao último, cartonado, também chamado de capa dura. A encadernação é o método de maior durabilidade: os cadernos são juntados, costurados e recebem capa. Ou o agrupamento das folhas impressas em forma de cadernos e em livros, libretos, revistas, etc.</p>
<p>Encadernação com espiral. Encadernação em que uma espiral contínua de aço ou de plástico é enfiada através de furos pré-perfurados ao longo da lombada do papel.</p>
<p>Encadernação de folheto. Encadernação de pequenos panfletos ou folhetos, normalmente por Grampeação lateral.</p>
<p>Encadernação mecânica. Método de encadernação em que as páginas são presas por meios mecânicos, normalmente espirais de metal ou plástico.</p>
<p>Encadernadora. Estabelecimento que encaderna livros, panfletos, etc.</p>
<p>Entalho. Corte de uma cavidade retangular, ou buraco, numbloco de</p>
<p>Entrelinha. Na composição com tipo de metal, linhas finas de metal(em espessuras de 1 a 2 pontos) usadas para criar espaço entre linhas de tipo. As entrelinhas são mais baixas do que o tipo normal e portanto não imprimem.<br />
Entrelinhamento. Na composição com tipo metálico, a inserção de entrelinhas entre as linhas de tipo. Na fotocomposição, a colocação de espaço entre linhas de tipo. Na fotocomposição, a colocação de espaço entre linhas de tipo. É também chamado avanço do filme. Ou espaçamento entre letras.</p>
<p>Envelope baronial. Envelope quadrado usado para proclamações, correspondência formal e muitos tipos de cartões de felicitações.</p>
<p>Envelope de grampo. Envelope no qual se fecha a aba com um grampo metálico. A aba pode ter tambem cola.</p>
<p>Envernizamento. Processo de envernizamento feito na impressora com rolos entintadores ou chapa em branco ou fora de máquina com vaporizadores tipo spray ou rolos de verniz. O verniz pode ser adicionado para proteger a peça impressa ou por razões estéticas. O verniz pode ser aplicado seletivamente pela impressora, quando a chapa de impressão é feita para cobrir apenas as áreas a serem envernizadas. É necessário cuidar que a impressão do trabalho se faça com tintas compatíveis com o verniz. O verniz e um produto alternativo para a plastificação e somente é útil em papéis cuchês, quando deve dar brilho. Existem vernizes com brilhos diversos e com várias finalidades. Assim, temos: verniz contra abrasão, para proteger a imagem impressa contra desgaste; verniz impermeabilizante, usado muito em produtos expostos à umidade; verniz inodoro, para isolar o cheiro da tinta; e os diversos vernizes de brilho.</p>
<p>Erro do Impressor. Veja EG-Erro da gráfica.</p>
<p>Espaçadores. Peças que, na linotipo, dão o espaço variável, necessário para justificação das linhas. Depois de a linha ser composta com uma fileira de matrizes, os espaçadores são forçados para cima para apertar (isto é, justificar) a linha antes da fundição.</p>
<p>Espaçamento. A separação de letras e palavras no texto ou a separação de linhas de tipo pela inserção de espaço (entrelinhamento).</p>
<p>Espaços. Na composição manual, peças finas de metal, mais baixas que o tipo normal, inseridas entre palavras ou letras para o espaçamento adequado numa linha de tipos.</p>
<p>Falha de cobertura. Falha da tinta de impressão ao cobrir a superfície, deixando pequenos buracos na área impressa.</p>
<p>Família de tipos. Todos os corpos e variações de um tipo em particular (romano, grifo, negrito, condensado, largo, etc.). Conjunto dos caracteres cujo desenho, independente do corpo, apresenta as mesmas características fundamentais, podendo variar na força ou na inclinação dos traços ou na largura relativa das letras.</p>
<p>Fator de filtragem. Número que indica o aumento necessário na exposição quando o filtro é utilizado.</p>
<p>Fichário. Forma comum de encadernação na qual as folhas são presas por dois ou mais anéis que passam através de furos já feitos ao longo da margem do papel.</p>
<p>Filme reversível. Filme especial de contato no qual os valores branco e preto são preservados no contato direto com o original, isto é, um positivo produz um positivo e um negativo um outro negativo.</p>
<p>Fio. Linha preta usada para uma variedade de efeitos tipográficos, incluindo cantos e quadros. Os fios são na verdade elementos tipográficos com alutura suficiente para impressão e vêm numa variedade de espessuras, chamada pesos, que são medidas em pontos Didot. Muitos fios são fundidos como fios duplex; duas ou mais linhas paralelas da mesma ou de diferentes espessuras fundidas no mesmo corpo. Fios finos para trabalhos tipográficos são frequentemente feitos de tiras de bronze ou aço. Além de linhas, os fios podem ser pontilhados (corondéis) ou em travessão ou podem conter elementos decorativos.</p>
<p>Fio fino. Também chamado fio claro. É a linha ou fio mais fino que pode ser reproduzido na impressão.</p>
<p>Fios de picote. Na impressão tipográfica, fios de aço endurecidos, de 1 ou 2 pontos de largura e ligeiramente mais altos do que a altura do tipo, que são paginados na forma de modo que caiam na linha exterior da área.</p>
<p>Fita durex para máscara. Fita translúcida, que bloqueia a luz, de cor vermelha ou preto chapado, de colagem por pressão, usada para mascarar áreas não desejadas do original no filme negativo ou positivo. Também, fita marrom ou branco-opaco, de colagem por pressão, usada extensivamente na preparação de trabalhos de arte e na confecção de</p>
<p>Flexografia. Também conhecida por impressão com anilina. Processo de impressão em relevo usando chapa de borracha ou de plástico macio e tinta de secagem rápida, votátil Muito usada na indústria de embalagem.</p>
<p>Folha volante. Folha avulsa, impressa ou manuscrita de um lado apenas, para distribuição manual em domicílios.</p>
<p>Folheto. Peça impressa com uma ou mais dobras, cada seção da qual se apresenta como uma página completa. Também, obra de poucas páginas, quase sempre grampeada.</p>
<p>Fólio. Número da página. Também se refere a uma folha de papel com uma dobra.</p>
<p>Fonte. Conjunto completo de todos os caracteres (maiúsculas, minúsculas, números, sinais de pontuação, etc.) de um corpo e de um tipo: por exemplo, Garamond corpo 10 romano. O número de caracteres por fonte varia de 96 a 225. Sinais não constantes da fonte (fora da fonte) são chamados caracteres especiais (em inglês, pi characters).</p>
<p>Fonte ampliadora. Fonte de filme negativo usada pela Alphasette para produzir corpos maiores do que 16 ou 18.</p>
<p>Fonte de tituleira. Fonte em forma de grade ou tira de filme negativo, que contém um alfabeto para composição de títulos.</p>
<p>Fôrma. Na impressão tipográfica, texto e outros materiais compostos para impressão, encerrados numa rama, do qual se tira uma chapa ou se faz a impressão. Em offset, refere-se à montagem.</p>
<p>Formatação. Na fotocomposição, tradução das especificações de composição do planejador gráfico em um formato ou comando, código para o equipamento de fotocomposição.</p>
<p>Formato. Termo geral para o estilo, tamanho e aparência geral de uma publicação.</p>
<p>Formato bastardo. Um formato não-padronizado de qualquer material utilizado em artes gráficas.</p>
<p>Formato refliado. Formato final de uma peça impressa, depois do refile. Ouando se monta a fôrma para impressão, deve-se deixar uma margem para o refile final do papel.</p>
<p>Fotocomposição. Também conhecida como composição a frio, por oposição à linotipia, chamada de composição a quente. E a preparação de manuscrito para impressão pela projeção de caracteres de tipo sobre papel ou filme fotossensível, que é então colado em artes-finais, ou em bases de montagem de filme, das quais se originam as chapas de impressão. As máquinas de fotocomposição produzem sempre imagens positivas do tipo, tanto em papel como em filme fotossensível.</p>
<p>Fotografia. Ato de fotografar original para reprodução. Também o original pronto para ser fotografado.</p>
<p>Fototexto. Texto composto por meio de fotocomposição.</p>
<p>Fototipo. Tipo composto fotograficamente: tipo composto em máquina de fotocomposição.</p>
<p>Fototipografia. Processo de produção de material de reprodução gráfica através do uso de todos os meios fotomecânicos: máquinas de fotocomposição, câmaras fotográficas, ampliadores, tituleiras e bases fotossensíveis.</p>
<p>Frente. O lado onde uma pagina ou livro começa ou abre. A página 1 e sempre frente e aparece sempre do lado ímpar. Contrário de verso.</p>
<p>Frontispício. Página que, no começo do livro (geralmente página 3), podendo ser precedida apenas pelo ante-rosto, traz o título da obra, nome do autor, indicação do editor e outros dados complementares.</p>
<p>Fundo de cor. Chapa reticulada ou chapada usada para imprimir um fundo de cor sobre o qual o texto ou arte meio-tom será superposto em cor mais escura ou em preto.</p>
<p>Furo de registro. Modo de obter registro de forma rápida e eficiente. Originais, filmes, máscaras, negativos intermediários e chapas podem ser todos furados de forma idêntica e registrados com precisão colocando-se cuidadosamente os furos sobre os pinos de registro.</p>
<p>Galé. Na composição tipográfica, bandeja rasa com rebordos de metal em três lados, que contém as linhas fundidas, antes da paginação. Também se refere às provas de<br />
Grade. Na fotocomposição, porta-matrizes retangular com fonte de tipos em negativo usada em alguns sistemas.</p>
<p>Grampeação. Veja Grampeação a cavalo e Grampeação lateral.</p>
<p>Grampeação a cavalo. Também chamada lombada canoa. Forma comum e barata de encadernar folhetos e livretos, quando não forem muito volumosos. As páginas são fixadas com grampos inseridos pela lombada, ou linha de dobra, e são dobradas na area central. As folhas dobradas ou paginas são colocadas sobre uma &#8220;sela&#8221;, para asseguar um posicionamento adequado, e e grampeadas.</p>
<p>Grampeação Lateral. Método de encadernar livros, catálogos e revistas em que os grampos são colocados perto da lombada, atravessando da primeira página até a última, onde são fechados.</p>
<p>Grifo. Também chamado itálico, cursivo, aldino. Letra inclinada para a direita.</p>
<p>Guardas. Folhas dobradas que se põem no começo e no fim do livro encadernado, unindo a capa ao volume. Os papéis usados são normalmente mais encorpados que o papel do miolo do livro.</p>
<p>Guarnição. Na impressão tipográfica, peças retangulares de madeira, metal ou plástico, mais baixas que o tipo, usadas para encher as áreas em branco em volta do texto e clichês quando encerradas na fôrma para impressão.</p>
<p>Guia de cor. Instruções na arte ou diagrama (normalmente trabalhos com cores especiais) indicando a posição e a porcentagem de cor requerida, ou uma amostra da cor real.</p>
<p>Guia de montagem. Layout, rough ou paste-up que serve como guia para montagem do filme.</p>
<p>Guttenberg, Johann. Inventor do tipo móvel e da impressão tipográfica (cerca de 1455) como os conhecemos hoje. Embora antecedido pelos chineses e coreanos (cerca de 705 d.C) Guttenberg é lembrado como o pai da produção em massa e da era da máquina.</p>
<p>Imposição ou montagem. Na impressão, o arranjo de páginas numa chapa de impressão de modo que apareçam na ordem correta quando a folha impressa for dobrada e refilada. Também o plano para tal arranjo.</p>
<p>Impressão com chapa de aço. Também chamada impressão com matriz de aço. Impressão que usa matrizes de aço, que são entintadas, limpas e pressionadas a grandes pressões sobre a base.</p>
<p>Impressão superposta. Impressão de uma cor sobre a outra, ou superpor texto sobre uma reprodução meio-tom.</p>
<p>Impressão tipográfica. Método de impressão usado originalmente para imprimir com tipos de madeira. E baseado na impressão por relevo, o que significa que a área da imagem é elevada. A superficie é entintada por meio de um rolo e a imagem e transferida diretamente ao papel por pressão. Em inglês, letterpress.</p>
<p>Incunábulo. Impressão antiga, especialmente aquela feita no século XV.</p>
<p>Index. . Lista alfabética de itens (como tópicos ou nomes) tratados na obra impressa e que dá a cada item o número da página onde ele pode ser rencontrado.</p>
<p>Inicial. Também conhecido como letra capitular. A primeira letra de um texto, composta em tipos grandes, para decoração ou ênfase. Usada para começar um capítulo de um livro.</p>
<p>Intercalação. Colocação de folhas brancas de papel entre as folhas que saem da impressão, para evitar decalque, isto é, para previnir que a tinta &#8220;marque&#8221; o verso da folha impressa anteriormente.</p>
<p>Intervalo de corte. Nas rotativas, a distância ou intervalo entre as facas de corte, que seccionam a bobina em folhas individuais.</p>
<p>Inversão. Modificação de uma imagem (por exemplo, um meio-tom) de forma que fique com a face virada para o lado oposto.</p>
<p>Justificar. Ato de ajustar as linhas de tipo a uma medida especificada, a direita e à esquerda, pela colocação de uma quantidade apropriada de espaços entre palavras na linha tornando-a uniforme.</p>
<p>Kerning. Ajuste do espaço entre letras de forma que parte de uma se estende sobre o corpo da próxima. As letras kerned são comuns nas fontes em grifo, manuscritas (script) e largas. No tipo metálico, o kerning é feito cortando-se o corpo do tipo para um ajuste mais apertado. Na fotocomposição, e feito pelo retroespaçamento, e a composição feita desta forma é chamada frequentemente de &#8220;composição apertada&#8221; ou composição com menos espaçamento entre letras.</p>
<p>Lado da emulsão. Lado da camada da emulsão de aparência mate, sem brilho, do material fotográfico. O verso é mais brilhante.</p>
<p>Largo. Também chamado expandido. Versão mais larga de um tipo regular.</p>
<p>Largura. Variações das formas de letras: condensado (estreito), expandido (largo).</p>
<p>Layout. Plano preliminar feito à mão ou copia heliográfica dos elementos básicos de um projeto mostrados na sua posição antes de fazer um layout compreensivo (v. verbete). Pode também mostrar os tamanhos e tipo do texto, ilustrações, espaçamento e estilo geral como guia para o impressor.</p>
<p>Lead-in. As primeiras poucas palavras num bloco de original, compostas em tipo contrastante, diferente.</p>
<p>Legenda. Texto explanatório que acompanha as ilustrações.</p>
<p>Legibilidade. Qualidade do texto, de seu espaçamento e composição, que afeta a velocidade da percepção: quanto mais rápida, mais fácil e mais acurada a percepção mais legivel será o texto.</p>
<p>Leitura inversa. Imagem contraria ao original. Como tal aparece num espelho.</p>
<p>Letreinamento manual. (Também chamado fotoletreinamento ou fotoletreiramento manual). Método para composição de letras no qual os alfabetos convertidos de filme são montados peça por peça de uma caixa de arquivo manualmente. As fontes são normalmente disponíveis em um tamanho de cada estilo e as palavras montadas são ampliadas ou reduzidas para se ajustarem ao layout. A montagem é feita por artistas habilidados que retocam, modificam ou melhoram o resultado final antes de entregar o trabalho.</p>
<p>Ligatura. No tipo de metal ou fundido, dois ou três caracteres reunidos em um único corpo, ou matriz, tais como ff, ffi, ffl, Ta, Wa, Ya, etc. Não confundir com caracteres usados em logotipos, fundidos em um unico corpo.</p>
<p>Linhas de retícula. Número de linhas por polegada ou centímetro de uma retícula de contato ou de vidro para meio-tom.</p>
<p>Linhas de demarcação. Linhas desenhadas pelo planejador na arte-final para indicar a área exata a ser ocupada por um meio-tom, cor, matiz, etc.</p>
<p>Linotipo. Nome comercial aportuguesado de uma máquina de composição através de fundição de linhas inteiras de tipo em um único bloco. Fabricado pela Mergenthaler Linotype.</p>
<p>Linhas-d&#8217;água. A marca-d&#8217;água largamente espaçada (normalmente cerca de 4 cm de separação) que corre na direção da fibra dos papéis estriados. As linhas-d&#8217;agua são naturais em papeis feitos à mão e podem ser limitadas nos papéis feitos em máquina.</p>
<p>Linho. Tipo ou acabamento dado a materiais para revestimento de capa dura ou papel.</p>
<p>Livreto. Um pequeno livro, comumente encadernado com papel para capas. Usado normalmente com finalidades promocionais ou de propaganda.</p>
<p>Livro de amostras. Livro de amostras oferecido pelos fabricantes de tintas para os sistemas de combinações de cores (como o Pantone Matching System) mostrando todas as cores disponiveis. Na edição para os planejadores gráficos, as cores sao numeradas, para identificação; na edição para o impressor, incluem-se também as instruções para a mistura de tintas. Os livros contem igualmente amostras de papéis.</p>
<p>Livro-texto consumível. Livro didático completo projetado para nele se escrever e ser completamente consumido pelo estudante e que não depende de qualquer outro livro ou material. Um livro-texto consumivel deve ser usado por apenas um aluno durante o periodo letivo e então descartado, ao contrário de um livro-texto não-consumivel.</p>
<p>Livro-texto não-consumível. Livro didatíco que deve, ser usado e reutilizado cos que são juntados em um corpo como marca comercial ou símbolo da empresa. Não confundir com ligatura, que consiste de dois ou mais caracteres normalmente conectados.</p>
<p>Lombada. Lombo, dorso. Na encadernação de livros e revistas, a parte que une a frente à traseira da capa. O lado de brochuras, livretos, revistas, folhetos, etc. onde está a costura, colagem ou grampo, oposto ao corte da frente. Lombo ou dorso é mais empregado para o lado oposto ao da frente em livros, no seu aspecto final.</p>
<p>Lombada quadrada. Método de encadernação relativamente barato no qual as páginas são agrupadas e fixadas à capa por meio de cola. Usada largamente para brochuras, livros-texto, catálogos telefônicos, revistas.</p>
<p>Luz de segurança. Lâmpada colorida usada em câmara escura que não afeta o material fotográfico.</p>
<p>Lydel. Nome comercial das chapas offset de fotopolímero fabricadas pela DuPont.</p>
<p>Má divisão. Na composição, quando a primeira linha de uma página tem hífen. É também uma divisão de fim de linha incorreta.</p>
<p>Magenta. Também conhecido como vermelho de seleção. Uma das cores de seleção (v. verbete). Também um dos filtros usados na separação de cores.</p>
<p>Maiúscula. Letras maiúsculas de uma fonte de tipo: A, B, C, etc. O mesmo que caixa alta, capital, versal.</p>
<p>Manuscrito. Original a ser composto. Pode-se referir também à escrita manual, oposta à escrita à máquina. Estilo de tipo baseado nas letras escritas à mão. Os manuscritos podem aparecer em estilos formais e informais e numa variedade de pesos.</p>
<p>Máquina plano-cilíndrica. Impressora tipográfica contendo um cofre metálico plano no qual se encontra a forma de tipos e cliquês encerrada no ramo posicionada para a impressão. Para imprimir, o papel é forçado contra a superfície de impressão por um cilindro de pressão.</p>
<p>Marcação. Especificar o tipo ou outros materiais nas artes gráficas.</p>
<p>Marcação de dimensões. Pequenas marcas feitas na arte-final ou original a ser fotografado, fora da área da imagem a ser reproduzida, e que indicam o tamanho da redução ou ampliação.</p>
<p>Marcas de corte. No layout, as linhas desenhadas sobre um overlay ou nas margens de uma fotografia para indicar onde a imagem deve ser cortada.</p>
<p>Máscara. Refere-se geralmente a qualquer material usado para bloquear ou mascarar porções de uma ilustração ou area a fim de protegê-la. No trabalho fotoquímico o material que bloqueia a luz é usado para cobrir uma área, protegendo-a da exposição à luz. No offset, usa-se material opaco para proteger as áreas de não-impressão da chapa de impressão durante durante a exposição.</p>
<p>Matriz. No tipo de metal fundido, o molde a partir do qual o tipo é fundido. Na composição a quente, o molde especialmente projetado para fundir cada um dos caracteres; várias matrizes são juntadas para fundir uma linha na fotocomposição, a chapa de vidro que contém a fonte de filme negativo.</p>
<p>Minerva. Máquina de platina (v. verbete) usada para imprimir pequenos trabalhos, tais como cartões de visita, envelopes, bilhetes, etc.</p>
<p>Moiré. (Pronuncia-se moarê). Padrões indesejáveis que ocorrem quando as reproduções são feitas a partir de provas reticuladas. É causado pela confu- são óptica entre os traços da retícula meio-tom e os pontos ou linhas contidas no original; um efeito similar pode ocorrer na reprodução policromática de meio-tom devido aos ângulos incorretos da retícula ou falta de registro nas impressões em cores durante a impressão. Nos trabalhos de quatro cores de seleção, o amarelo normalmente tem uma retícula diferente (133 linhas) das outras três cores (120 linhas), para evitar o moiré. O moiré também pode ser provocado por certos papéis e por cargas inadequadas de tintas ou ainda pela seqüência de cores.</p>
<p>Monocromático. Feito de tons e sombras de uma só cor.</p>
<p>Montagem final. Montagem completa de texto, arte a traço e arte em meio-tom na forma de filmes positivos numa base de filme transparente.</p>
<p>Offset. Também chamado litografia. Forma comercial da impressão litográfica. O offset é um método de impressão planográfico, sendo o único método importante de impressão no qual a área da imagem e o da não-imagem na chapa de impressão estão no mesmo plano. Elas são separadas por meios quimicos, dentro do princípio de que a gordura (tinta) e a água (a solução dos rolos umidificadores) não se misturam. A tinta é transferida da chapa para a blanqueta de borracha e daí para o papel. Portanto, pelo fato de a imagem não ser transferida diretamente da chapa para o papel, o sistema é classificado como de impressão indireta.</p>
<p>Olho. Parte do tipo de metal que, recebendo a tinta, transmite ao papel a impressão da letra ou sinal que representa.</p>
<p>Opacidade. Qualidade de uma folha de papel que evita que o texo ou imagem impressa de um lado apareça do outro lado: quanto mais opaca a folha, menor a transparência.</p>
<p>Opaco. Não transparente, que não permite a passagem da luz. Áreas do filme negativo propositadamente pintadas para que não se reproduzam.</p>
<p>Original. No planejamento gráfico e na composição, texto datilografado. Na impressão, todas as artes a serem impressas: texto, fotografias, ilustrações. Veja também Original de tom contínuo e Original a traço.</p>
<p>Original a traço. Qualquer original que seja preto chapado sem gradação de tom: trabalhos a traço, texto, pontos, fios, etc.</p>
<p>Original invertido. Original que é invertido quando impresso.</p>
<p>Original de tom contínuo. Qualquer imagem que tenha uma gama completa de tons desde o preto até o branco: fotografias, pinturas, desenhos, etc.</p>
<p>Paica. Unidade tipográfica anglo-americana de medida: 12 pontos = 1 paica (1/16 de polegada) e 6 paicas = 1 polegada. Também usado para designar tipo de máquina de escrever que bate dez caracteres por polegada (oposto ao tipo elite da máquina de escrever, que produz doze caracteres por polegada).</p>
<p>Papel cuché. Quase sempre é fabricado em duas classes distintas, uma para impressão em tipografia, outra para offset. Geralmente é brilhante e revestido com camada de cola e pigmento. Muito indicado para impressão em cores, é vendido principalmente no formato 66 x 96 cm.</p>
<p>Papel de capa. Termo aplicado a uma variedade de papéis pesados (cartolinas) usados para as capas externas de brochuras, livretos e catálogos.</p>
<p>Picotagem. Perfuração de pequenos orifícios numa folha de modo que uma parte possa ser facilmente destacada da outra. Na tipografia, a picotagem é feita na impressora por meio de fios de aço. No offset e na rotogravura por meio de fios de aço. No offset e na rotogravura, é feita normalmente fora da impressora, como uma operação de acabamento, usando uma máquina ou fio de picote.</p>
<p>Plano. Termo que indica as ilustrações impressas com falta de contraste e definição de detalhes.</p>
<p>Policromia. VeJa Cores de seleção.</p>
<p>Pontilhado. Também chamado corondel. Série de pontos ou riscas usada para dirigir a visão na leitura. O pontilhado e especificado em quadratins,em geral 2, 3 Ou 4.</p>
<p>Ponto. Menor unidade tipográfica de medida: 12 pontos = 1 paica, e 1 ponto = aproximadamente 1/72 de uma polegada. No sistema Didot, também 12 pontos = 1 cícero. O tipo é medido em termos de pontos, sendo corpos padronizados os seguintes: 6, 8, 10, 12, 14, 18, 24, 30, 36, 42, 48, 60 e 72.</p>
<p>Ponto elíptico. Ponto meio-tom com a forma de bola de futebol americano, em vez do ponto de forma quadrada convencional. Uma vantagem do ponto elíptico é que produz uma gradação mais suave dos tons.</p>
<p>Pontos. Pequenas imperfeições em forma de furos que permitem a passagem da luz na emulsão de um negativo fotográfico. Devem ser eliminados antes da produção das chapas.</p>
<p>Primeira cor impressa. Na impressão em cores, a primeira cor impressa sobre a folha ao passar pela impressora.</p>
<p>Primeiras provas. Provas submetidas ao cliente para conferência pelos revisores, editores, etc.</p>
<p>Prova. Cópia ou folha impressa do material para avaliação, para ser confrontada com o original e depois corrigida. Veja também Provas progressivas, Prova de gale, Listagem, Prova fotográfica, Prova de página, Prova de revisão, Prova para reprodução.</p>
<p>Prova de cor. Imagem impressa em cor que permite ao impressor ver o que esta acontecendo com o filme e assegurar ao cliente que a cor está correta e no registro. Idealmente, a prova deveria ser impressa na mesma maquina e no mesmo papel que sera usado no trabalho acabado.</p>
<p>Prova de máquina. Prova tirada na impressora de produção de fato (ao contrário do prelo de provas) para mostrar exatamente como o trabalho parecerá quando impresso. As provas de máquina são caras e normalmente requis itadas apenas para verificação final, na hora da impressão, e examinadas na própria gráfica, enquanto a impressora aguarda a aprovação.</p>
<p>Prova de pré-lmpressão. Prova feita diretamente do filme antes que a chapa de impressão tenha sido feita.</p>
<p>Prova de revisão. Também chamada prova do impressor. Prova de galé (v.verbete) normalmente a prova especifica lida pelo revisor da gráfica, que contém dúvidas e correções a serem conferidas pelo cliente.</p>
<p>Prova para reprodução. Prova feita da composição que foi cuidadosamente enramada e acertada. As provas para reprodução são tiradas em papel cuchê especial e colocadas na arte-final.</p>
<p>Prova de página. Impressão ou prova tirada de uma página antes da impressão para revisão.</p>
<p>Quadricromia por seleção. Métado de reprodução de original policromático (arte original, transparência, etc.) pela separação da imagem colorida em suas três cores primárias&#8211;magenta, amarelo e ciano&#8211;e mais preto. Isto resulta em quatro chapas de impressão, uma para cada cor, que quando impressas umas sobre as outras reproduzem, por ilusão óptica, todas as cores da arte original.</p>
<p>Recorrer. Compor sem quebras de parágrafos ou inserir novo original sem ter que fazer um novo parágrafo.</p>
<p>Registro. Na impressão, posicionamento preciso de um filme (negativo ou positivo) ou chapa de impressão uma sobre a outra de modo que as imagens de ambas se completem perfeitamente e o resultado seja uma &#8220;imagem única&#8221;. Quando as chapas são impressas fora de reqistro a imagem resultante será indistinta; se haver cores de seleção, a imagem pode mudar de cor. Em casos extremos, aparece uma sombra.</p>
<p>Régua tipográfica. Também chamada tipômetro. Usada para cálculo de texto (v. verbete) e para medir materiais tipográficos.</p>
<p>Relevo. Método de impressão que usa uma área de imagem elevada. A forma comercial de impressão em relevo é a tipografia.</p>
<p>Regravar. Riscar linhas. &#8220;Puxar&#8221; linhas claras na emulsão de um filme de forma que elas imprimam como fios pretos.</p>
<p>Saída. Parte da impressora na qual a folha impressa e acabada é colocada. Em computação, o resultado (output), produzido pela introdução de dados (input) no computador.</p>
<p>Sangria. Área da chapa ou impressão que se estende (sangra) além da margem a ser refilada. Aplica-se principalmente a fotografias ou áreas de cor. Quando o trabalho envolve uma imagem sangrada, o planejador deve prever um espaço de 3 a 6 mm além do formato final para refile. Da mesma forma, o impressor deve usar uma folha ligeiramente maior para acomodar as sangrias.</p>
<p>Separação. Veja Separação de cor.Separação de cor</p>
<p>Separação de cor. A operação de separação de uma arte nas quatro cores de seleção por meio de filtros em uma câmara de seleção ou por scanners eletrônicos (v. verbete). O resultado e quatro filmes de tom contínuo (negativos ou positivos) que depois de reticulados são usados para fazer as chapas de impressão.</p>
<p>Sistema de referência de cores. Método para especificar cores especiais por meio de amostras numeradas disponíveis em catálogos de cores.</p>
<p>Sistema Pantone de cores. Marca registrada de um sistema largamente usado para cores especiais (v. verbete).</p>
<p>Sobra. Impressão de uma quantidade em excesso em relação à ordenada. Também, impressão em excesso do que é realmente necessário. Os compradores de serviços gráficos devem estar atentos quanto à cobrança de exemplares a mais não acertados previamente.</p>
<p>Sobrecapa. Cobertura de papel ou outro material flexível que envolve e protege a capa de um livro encadernado.</p>
<p>Sobreposição. Na impressão em cores, área onde uma cor se superpõe a outra, adjacente.</p>
<p>Tack. Resistência oferecida pelas películas de tinta. Tack é a medida de coesão interna da tinta.</p>
<p>Tipo. Letras do alfabeto e todos os outros caracteres usados isolada ou conjuntamente para criar palavras, sentenças, blocos de texto, etc.</p>
<p>Tiragem. A quantidade de folhas ou passadas a ser impressa. A quantidade de qualquer publicação impressa.</p>
<p>Trabalho a traço. Arte que consiste de pretos chapados e brancos, sem variações de tonalidade.</p>
<p>Tricotomia por separação. Quase que o mesmo que a impressão de quatro cores por separação (v.verbete) com exceção de que, nete caso, a chapa do preto é eliminada.</p>
<p>Vincagem. Fazer sulcos mecanicamente no papel de forma que ele possa ser dobrado facilmente. Necessário normalmente quando o papel é moderadamente rígido ou quando a dobra é contra a direção da fibra.</p>
<p>Viúva. Final de um parágrafo ou de uma coluna de matéria de leitura indesejavelmente curto: uma única e curta palavra; ou o fim de uma palavra hifenizada como &#8220;te&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a title="ABTG" href="http://www.abtg.org.br" target="_blank">www.abtg.org.br</a></p>
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		<item>
		<title>Técnicas de Impressão</title>
		<link>http://www.andremiranda.com.br/blog/2012/02/11/tecnicas-de-impressao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=tecnicas-de-impressao</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 19:53:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[Impressão]]></category>
		<category><![CDATA[Flexografia]]></category>
		<category><![CDATA[Impressão Digital]]></category>
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		<category><![CDATA[Rotogravurae]]></category>
		<category><![CDATA[Serigrafia]]></category>

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		<description><![CDATA[Para não perder o ritmo do Concurso do Senado, me bateu aquela vontade de ajudar a galerinha a relembrar quais são as técnicas de Impressão que é uma das etapas do Fluxo Produtivo Gráfico. A idéia é RESUMIR e colocar o que é mais relevante! Vamos a elas: Flexografia, OffSet, Serigrafia, Rotogravura e Impressão Digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para não perder o <em>ritmo</em> do Concurso do Senado, me bateu aquela vontade de ajudar a galerinha a relembrar quais são as técnicas de Impressão que é uma das etapas do <a title="Fluxo Produtivo Gráfico" href="http://www.andremiranda.com.br/blog/2009/08/09/fluxo-produtivo-grafico/" target="_blank">Fluxo Produtivo Gráfico</a>.</p>
<p>A idéia é RESUMIR e colocar o que é mais relevante!</p>
<p>Vamos a elas:</p>
<p>Flexografia, OffSet, Serigrafia, Rotogravura e Impressão Digital</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span id="more-635"></span></p>
<p><span style="color: #cc0000;"><strong>Flexografia</strong></span> é um sistema de impressão DIRETO. Sua matriz é EMBORRACHADA e em ALTO RELEVO, onde a tinta usada é muito fluida. A matriz é fixada no cilindro também conhecido como calandra cuja pressão deste é baixa.</p>
<p><strong>Onde é usada:</strong> Plásticos, celofane, papelão (embalagens), papel.</p>
<p><strong>Imprime grande quantidade de tiragens</strong>.</p>
<p><span style="color: #cc0000;"><strong>OffSet</strong></span> é um sistema de impressão INDIRETO. Já ouviu falar que água e óleo não se misturam? Isso mesmo! Neste processo, usa-se água e tinta que não se misturam. A MATRIZ é uma CHAPA metálica. A imagem impressa nela foi &#8220;queimada&#8221; através de um FOTOLITO em uma estufa. A chapa é presa na BLANQUETA (uma espécia de borracha).</p>
<p><strong>Onde é usada:</strong> Papel.</p>
<p><strong>Imprime grande quantidade de tiragens</strong>.</p>
<p><span style="color: #cc0000;"><strong>Serigrafia</strong></span> é um sistema que utiliza TELAS VAZADAS como MATRIZ. Utiliza-se uma MOLDURA chamada de BASTIDOR que pode ser de madeira ou metal. Usa-se um NYLON SERIGRÁFICO chamado de MONIL. A imagem é gravada através da ALTA EXPOSIÇÃO de lâmpadas fluorescentes. A tinta passa pelas áreas vazadas através de um rodo sobre a TELA.</p>
<p><strong>Onde é usada:</strong> Madeira, plásticos, vidro, papelão (embalagens), papel. Excelente para superfícies planas e curvas.</p>
<p><strong>Imprime de forma artesanal (pequenas quantidades) e de forma industrial (grande quantidade de tiragens).</strong></p>
<p><span style="color: #cc0000;"><strong>Rotogravura</strong></span> é um sistema ENCAVOGRÁFICO com MATRIZ CILÍNDRICA em BAIXO RELEVO. O cilindro fica IMERSO na TINTA. Esta por sua vez penetra nos alvéolos da matriz. O excesso é removido pela RACLA (espátula).</p>
<p><strong>Onde é usada:</strong> Plásticos, celofane, papelão (embalagens), Alumínio (latas de refrigerante e cerveja).</p>
<p><strong>Imprime altíssimas quantidades de tiragens</strong>.</p>
<p><span style="color: #cc0000;"><strong>Impressão Digital</strong></span> também conhecidos como <em>Bureaus</em>, gráficas rápidas, etc. É um sistema que utiliza impressoras digitais (jato de tinta, laser, etc).</p>
<p><strong>Onde é usada:</strong> Papel.</p>
<p><strong>Imprime baixíssimas quantidades de tiragens</strong>.</p>
<p>É isso!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A importância de se profissionalizar</title>
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		<comments>http://www.andremiranda.com.br/blog/2012/02/10/a-importancia-de-se-profissionalizar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 13:45:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Área Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[casa da moeda]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[profissionalização]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>

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		<description><![CDATA[Ou: Se você vive de IDEAL, então não deveria ler este artigo. Parece até clichê (realmente é) o título do artigo proposto. Também não vou ficar aqui falando de tudo que todo mundo já sabe. Vou direto ao ponto. Imagine você, experiente profissional da área de Comunicação Visual, que ganha R$1.500,00/mês&#8230; Imagine você, aluno formando, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Ou: Se você vive de IDEAL, então não deveria ler este artigo.</em></strong></p>
<p><del>Parece até clichê</del> (realmente é) o título do artigo proposto.</p>
<p>Também não vou ficar aqui falando de tudo que todo mundo já sabe. Vou direto ao ponto. Imagine você, experiente profissional da área de Comunicação Visual, que ganha R$1.500,00/mês&#8230;</p>
<p>Imagine você, aluno formando, que quer ingressar no mercado de trabalho.</p>
<p><strong>Se você vive de IDEAL, então não deveria ler este artigo.<span id="more-627"></span></strong></p>
<p>Então o que dizer ultimamente dos diversos concursos públicos a exemplo da <a title="Concurso Casa da Moeda" href="http://www.casadamoeda.gov.br/portal/images/aquivos/concurso2012/cmb0112_edital.pdf" target="_blank">Casa da Moeda</a> e do <a title="Concurso Senado" href="http://www.fgv.br/fgvprojetos/concursos/senado11/arq/Edital%2003%20-%20T%C3%A9cnico.pdf" target="_blank">Senado Federal</a> que disponibilizam salários entre R$3.000,00 e R$13.000,00 para profissionais da Área Gráfica?</p>
<p>São algo em torno de 21 vagas em nível nacional (vinte para o Senado e uma para a Casa da Moeda). Achou pouco? Eu não.</p>
<p>Você viu os <em>certames</em> dos dois concursos?</p>
<p>Não? Então vou mostrar apenas o do Concurso do SENADO devido a quantidade de vagas e o salário mais atrativo.</p>
<p>ÁREA: APOIO TÉCNICO AO PROCESSO INDUSTRIAL GRÁFICO<br />
ESPECIALIDADE: PROCESSO INDUSTRIAL GRÁFICO<br />
REQUISITO: diploma ou certificado de conclusão, devidamente registrado, de curso de nível médio, fornecido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC.</p>
<p>Produto, Pré-Impressão, Impressão. Orçamentação/custo. Delineamento de métodos e processos de fabricação e impressão. Offset, Tipografia, Rotogravura, Serigrafia e flexografia. Informática aplicada à área gráfica. Matrizes de Impressão. Processamento de Imagens e Impressão: uso de softwares na preparação de arquivos para produtos gráficos: CorelDraw 11; Photoshop 7.0; Freehand 8.0; Ilustrator 10.0; QuarkXPress 4.0; Acrobat 6.0; escaneamento de originais com tratamento de imagem e arte e finalização nos respectivos softwares; diagramação de páginas e documentos; preparação de arquivos para a geração de fotolitos; padrões de cores; paginação e montagem de fotolito para a gravação de chapas.</p>
<p>Tá certo que Concurso é dureza passar. Não é somente prova de conhecimentos da área.</p>
<p>Concordo plenamente! Mas, o fato de você saber mais na SUA ÁREA do que MUITOS que estão se aventurando devido ao salário não é um diferencial?</p>
<p>A quantidade de Concursos voltados para profissionais da área de Design tem aumentando muito nos últimos cinco anos. Um dos fatores é a APOSENTADORIA dos profissionais que hoje trabalham nas Gráficas dessas Instituições. Isso significa que TEM EMPREGO SIM!</p>
<p>Infelizmente as inscrições já foram encerradas, mas fica a dica.</p>
<p>Então? O que você acha? É importante se profissionalizar ou não?</p>
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		<title>O Professor está voltando!</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 12:51:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Por aí]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem? Você André? Sim! Eu MESMO!!! Estou de volta ao ramo! Fui convidado pelo SENAI Dendezeiros para ser um dos professores do Curso Técnico de Comunicação Visual. A proposta é muito interessante. Visa formar técnicos que terão habilidades para desenvolver projetos em diversos segmentos. Desde trabalhar em Bureaus, a auxiliar designers no desenvolvimento de projetos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem? Você André? Sim! Eu MESMO!!!</p>
<p>Estou de volta ao ramo! Fui convidado pelo SENAI Dendezeiros para ser um dos professores do <a title="Curso Técnico de Comunicação Visual do SENAI Dendezeiros" href="http://www.andremiranda.com.br/blog/2012/02/10/curso-tecnico-em-comunicacao-visual/" target="_blank">Curso Técnico de Comunicação Visual</a>.</p>
<p>A proposta é muito interessante. Visa formar técnicos que terão habilidades para desenvolver projetos em diversos segmentos. Desde trabalhar em Bureaus, a auxiliar designers no desenvolvimento de projetos mais específicos.</p>
<p>A Grade Curricular é show!!!</p>
<p>Bem amarrada, deixa bem claro o potencial deste curso.</p>
<p>E eu tenho a HONRA de estar ministrando DUAS das disciplinas do Módulo I – 340 horas:</p>
<ul>
<li>Introdução a Comunicação Visual</li>
<li>História da Arte e do Design</li>
</ul>
<p>Estes conteúdos terão como proposta aos alunos, demonstrar conceitos fundamentais do Design, o significado de Teoria da Comunicação, os diferentes fazeres, atividades e oportunidades existentes no universo profissional do técnico em Comunicação Visual, bem como a ética e responsabilidade social do profissional.</p>
<p>O que tenho a dizer disso tudo? Somente duas <em>cositas</em>:</p>
<p>1- Eu vou brocar em sala de aula!!! Tô com fome!<br />
2- Quem vier conosco vai se armar!</p>
<p>Ah! As aulas começam dia 27/02 (Turno Noturno).</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Curso Técnico em Comunicação Visual</title>
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		<comments>http://www.andremiranda.com.br/blog/2012/02/10/curso-tecnico-em-comunicacao-visual/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 12:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Por aí]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Dendezeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[SENAI]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>

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		<description><![CDATA[CURSO TÉCNICO EM COMUNICAÇÃO VISUAL O CURSO Este curso visa habilitar profissionais técnicos de nível médio em Comunicação Visual com condições técnico-tecnológicas necessárias para atender às exigências e evolução do segmento de comunicação visual da Bahia na elaboração de projetos, no desenvolvimento de programação visual e na produção da identidade visual de peças gráficas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>CURSO TÉCNICO EM COMUNICAÇÃO VISUAL</p>
<p><strong>O CURSO</strong><br />
Este curso visa habilitar profissionais técnicos de nível médio em Comunicação Visual com condições técnico-tecnológicas necessárias para atender às exigências e evolução do segmento de comunicação visual da Bahia na elaboração de projetos, no desenvolvimento de programação visual e na produção da identidade visual de peças gráficas e publicitárias, contribuindo para o aumento da produtividade e da qualidade nos serviços, produtos e processos.</p>
<p><strong>CARGA HORÁRIA</strong>: 960 horas</p>
<p><strong>ONDE ATUAR</strong><br />
Os profissionais poderão atuar em agência de publicidade, editoras, bureau gráficos; gráficas; escritórios de design; provedores de internet.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O PROFISSIONAL</strong><br />
O Técnico em Comunicação Visual é capaz de elaborar projetos de comunicação visual de mídias impressas, eletrônicas e publicações editoriais aplicando conhecimentos de estética de forma criativa para atender ao publico alvo, dentro dos padrões de prazo, custo e qualidade estabelecidos pelo mercado; analisar, interpretar e propor a produção da identidade visual das peças, além de controlar, organizar e armazenar materiais físicos e digitais da produção gráfica.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>DISCIPLINAS</strong><br />
Módulo I – 340 horas</p>
<ul>
<li>Introdução a Comunicação Visual</li>
<li>História da Arte e do Design</li>
<li>Comunicação Técnica</li>
<li>Luz, Cor e Percepção Visual</li>
<li>Princípios de Tipografia</li>
<li>Gerenciamento de Cores</li>
<li>Editoração Eletrônica</li>
<li>Pré-impressão Convencional e Digital</li>
</ul>
<p>Módulo II – 340 horas</p>
<ul>
<li>Projeto Final de Curso I</li>
<li>Metodologia de Projeto de Comunicação Visual</li>
<li>Marketing e a Comunicação Visual</li>
<li>Desenho Geométrico</li>
<li>Desenho Técnico Aplicado</li>
<li>Desenho Assistido por Computador – CAD</li>
<li>Ética Profissional e Comportamento Empresarial</li>
<li>Processos de Impressão Gráfica</li>
<li>Diagramação para Web</li>
</ul>
<p>Módulo III – 280 horas</p>
<ul>
<li>Projeto Final de Curso II</li>
<li>Saúde, Higiene e Segurança do Trabalho</li>
<li>Ergonomia Aplicada</li>
<li>Metodologia de Projeto de Identidade Visual</li>
<li>Metodologia de Projeto de Mídias Impressas</li>
<li>Metodologia de Projeto Gráfico para Embalagens</li>
<li>Metodologia de Projeto Gráfico para Web</li>
</ul>
<p>Será conferido certificado de Qualificação Profissional Técnica em Editor de Texto e Imagem, ao aluno que apresentar, no mínimo, 75% de freqüência e concluir com aproveitamento satisfatório todas as unidades curriculares que integram o módulo I.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>MAIS INFORMAÇÕES</strong>:<br />
Local de realização: SENAI DENDEZEIROS<br />
Horário do curso: 18:30 às 22:00h<br />
Duração: 17 meses<br />
Valor da Mensalidade: R$ 300,00 (Trezentos reais)<br />
Telefone: 71 3534-8090</p>
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		</item>
	</channel>
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