Monday, September 6, 2010
 

Design, seu valor e modo de vida

Ser o primeirão em tudo, querer inventar demais é perda de tempo. As pessoas e os clientes querem respostas concretas. Procuram ter aquilo que é básico e óbvio: INFORMAÇÃO.
Dentre todas as formas de vender/fazer/viver o Design e mais atualmente, o webdesign, destaco dois pontos: o Design e seu valor e o Design e o modo de vida
Quando digo Design e seu valor, chego a conclusão que o atendimento das necessidades de grupos cada vez menores (segmentação e especificação dos clientes), demonstra o produto de forma diferenciada (dando opções aos clientes e usuários em interagir com diversos formatos de apresentação), adequando a comunicação de acordo com o consumidor (se ele é usuário que sabe o que quer ou aquele que quer apenas ler e-Mails, ou ainda aquele que quer ficar em bate-papo e/ou enviar foto de mulher pelada para os amigos) sem se incomodar como fará isso ou aquilo…
Com isso, o profissional deve experimentar o uso de novas tecnologias, com o intuito de testar (de forma positiva) a capacidade criativa (através de softwares variados, técnicas para “tratar” imagens e textos, experimentar elementos e superfícies) e, sempre que possível, não recusar os variados tipos de serviços (lógico que com muito cuidado em suas escolhas), podendo desta forma, expressar e agregar em sua criatura (o produto) valores culturais e sociais sem o apego de estilos únicos, que deixam a mente preguiçosa e acomodada.
Em Design e modo de vida, muitas pessoas escolhem o design como profissão. Mas NÃO adianta somente fazer um curso e saber usar ferramentas. Viver de Design não significa somente projetar, criar um produto. É necessário ESTUDAR sobre Design. De nada adianta ser criativo e talentoso sem:
- ter a noção de conceituar o produto e sua real função;
- exigir informações dos clientes através de briefings elaborados;
- respeitar o nosso concorrente;
- evitar participar de concorrências nas quais não teremos garantia (especulação) de recebimento de honorários, ou cobrar barato demais apenas para ter uma quantidade “x” de clientes.

Querer inventar demais é perda de tempo. As pessoas e os clientes querem respostas concretas. Procuram ter aquilo que é básico e óbvio: INFORMAÇÃO.

Dentre todas as formas de vender/fazer/viver o design e mais atualmente, o webdesign, destaco dois pontos: o Design e seu valor e o Design e o modo de vida.

Quando digo Design e seu valor, chego a conclusão que o atendimento das necessidades de grupos cada vez menores (segmentação e especificação dos clientes), demonstra o produto de forma diferenciada (dando opções aos clientes e usuários em interagir com diversos formatos de apresentação), adequando a comunicação de acordo com o consumidor (se ele é usuário que sabe o que quer ou aquele que quer apenas ler e-Mails, ou ainda aquele que quer ficar em bate-papo e/ou enviar foto de mulher pelada para os amigos) sem se incomodar como fará isso ou aquilo…

Com isso, o profissional deve experimentar o uso de novas tecnologias, com o intuito de testar (de forma positiva) a capacidade criativa (através de softwares variados, técnicas para “tratar” imagens e textos, experimentar elementos e superfícies) e, sempre que possível, não recusar os variados tipos de serviços (lógico que com muito cuidado em suas escolhas), podendo desta forma, expressar e agregar em sua criatura (o produto) valores culturais e sociais sem o apego de estilos únicos, que deixam a mente preguiçosa e acomodada.

Em Design e modo de vida, muitas pessoas escolhem o design como profissão. Mas NÃO adianta somente fazer um curso e saber usar ferramentas. Viver de Design não significa somente projetar, criar um produto. É necessário ESTUDAR sobre Design.

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Fluxo Produtivo Gráfico

O nome parece complicado. Mas é mais simples do que parece.
O fluxo produtivo gráfico nada mais é do que seguir etapas no processo de impressão de uma peça gráfica.
Isso desde sua concepção até a peça impressa.
São 3 os processos:
PRÉ-Impressão (incluíndo gravação de fotolitos), Impressão e PÓS-Impressão (Acabamento)
O processo de PRÉ-Impressão é aquele onde iremos “pegar” o conteúdo proposto (idéias desenvolvidas pelo designer e aprovadas
pelo cliente) no formato digital (CD, DVD, Pen-Drive, etc) de forma que sua formatação possa ser reproduzida em meio digital
para no final ser impresso em escala industrial.
O processo de Impressão é o meio que será usado para imprimir o conteúdo digital definido acima.
Existem vários formatos de impressão: serigrafia, offset, rotogravura, flexografia, litogravura, etc), onde os dados do
original digital (fontes, imagens, elementos gráficos) são transferidos para o suporte escolhido: papel, plástico, metal,
etc). Neste processo são usados também tintas, vernizes e outros materiais).
O processo de PÓS-Impressão ou acabamento é o que determina a finalização do trabalho. Neste processo são usadas técnicas
especiais como cortes exclusivos para a peça, dobras, relevos, vinco, etc.
Em outro post explicarei mais detalhadamente cada um dos processos.

O nome parece complicado.

Mas, é mais simples do que parece. O fluxo produtivo gráfico nada mais é do que seguir etapas no processo de impressão de uma peça gráfica.

Isso desde sua concepção até a peça impressa.

São 3 estas etapas: PRÉ-Impressão (incluíndo gravação de fotolitos), Impressão e PÓS-Impressão (Acabamento).

O processo de PRÉ-Impressão é aquele onde iremos “pegar” o conteúdo proposto (idéias desenvolvidas pelo designer e aprovadas pelo cliente) no formato digital (CD, DVD, Pen-Drive, etc) de forma que sua formatação possa ser reproduzida em meio digital para no final ser impresso em escala industrial.

O processo de Impressão é o meio que será usado para imprimir o conteúdo digital definido acima. Existem vários formatos de impressão: serigrafia, offset, rotogravura, flexografia, litogravura, etc), onde os dados do original digital (fontes, imagens, elementos gráficos) são transferidos para o suporte escolhido: papel, plástico, metal, etc). Neste processo são usados também tintas, vernizes e outros materiais).

O processo de PÓS-Impressão ou Acabamento é o que determina a finalização do trabalho. Neste processo são usadas técnicas especiais como cortes exclusivos para a peça, dobras, relevos, vinco, etc.

Em outro post explicarei mais detalhadamente cada um dos processos.

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Os 3 maiores objetivos de um homem

Três são os maiores objetivos do Homem:
1º) Adquirir conhecimento;
2º) Adquirir riqueza;
3º) Abrir mão das duas.

Três são os maiores objetivos do Homem:

1º) Adquirir conhecimento;
2º) Adquirir riqueza;
3º) Abrir mão das duas.

Pois: Assim como é dentro, é fora. Assim como é em cima, é embaixo.

(Hermes Trimegisto – 2.000 a.C.)

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Divulgação [Fórum] – Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital

Post Divulgação

FIND amplia público e expande fronteiras
Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital acontece dia 15 de agosto no Brasil

FIND amplia público e expande fronteiras

Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital acontece dia 15 de agosto no Brasil

Promovido pela Arteccom, o FIND – Fórum Internacional de Design e Tecnologia Digital – chega à sua quarta edição expandindo público e fronteiras. Após três anos de sucesso, o evento traz esse ano palestrantes dos quatro cantos do mundo: Holanda, México, Irã e Brasil, e receberá, pela primeira vez, 1.000 participantes. O FIND acontecerá no dia 15 de agosto de 2009, sábado, das 8 às 18 horas, num dos melhores teatros do Brasil, o Odylo Costa, filho, da UERJ, situado no Rio de Janeiro, a Cidade Maravilhosa.

Voltado para designers, diretores de criação e gestores de agências interativas, o FIND tem como objetivo principal firmar o Brasil no mercado internacional de internet, a partir da troca de experiências com profissionais de diferentes países e da formação de uma grande rede de relacionamento. Conheça o time de palestrantes do FIND 2009: Chris Baylis (www.tribalddb.nl), Masa (www.masa.com.ve), Mehdi Saeedi (www.mehdisaeedi.com) e Raphael Vasconcellos (www.agenciaclick.com.br).

“A publicidade brasileira é reconhecida mundialmente, mas precisamos avançar na web. Essa é uma área que evolui muito rápido, e a melhor forma de acompanhar as tendências mundiais é por meio de eventos como este”, explica Adriana Melo, diretora da Arteccom (www.arteccom.com.br) e organizadora do FIND.

Inscrições: www.foruminternacional.com.br

Mais informações: 21 2253.0596
Valor: 40,00 (quarenta reais) – vagas limitadas
Forma de pagamento: boleto, transferência ou cartão de crédito
Todas as palestras serão transmitidas simultaneamente.

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Divulgação [Conferência] – Pixel Show 2009

Post divulgação

Quinta edição do evento realizado pela Zupi já confirma dois palestrantes internacionais.
Inscrições abertas: confira os preços promocionais.
O encontro mais criativo dos designers brasileiros já tem data e local confirmados. Nos dias 10 e 11 de outubro, o espaço Fecomercio, em São Paulo, recebe a quinta edição nacional do Pixel Show. Além de ser uma das melhores fontes de inspiração para o design, a conferência é o primeiro evento brasileiro do gênero focado em criatividade e tecnologia.
As palestras dessa edição continuarão abordando detalhes sobre o processo de criação e vão apresentar cases de renomados artistas de áreas como o motion design, branding, graffiti, fotografia, moda e direção de arte, entre outros. Devido ao sucesso das edições passadas, o PS 2009 abrirá vagas para que 1200 interessados assistam ao ciclo de palestras.
Já está confirmada a presença de Nelson Balaban, diretor de arte, ilustrador e designer, além das presenças internacionais de Molly Crabapple, desenhista, empreendedora, ex-modelo artística e dançarina burlesca, e MusaWorkLab, empresa de design portuguesa.
Paralelo à Conferência do Pixel Show, estima-se que um público de aproximadamente cinco mil pessoas compareça à Feira de Arte, Design, Tecnologia e Moda. Com visitação gratuita, a feira apresentará diversos produtos de arte e tecnologia, além de festivais de comerciais, motions e clips, workshops, e muito mais. Por apoio à cultura e arte no país, o evento também traz exposições e o já tradicional painel da Zupi para intervenção do público presente.
As inscrições para o Pixel Show 2009 já estão abertas. Confira os preços promocionais e as notícias no portal do evento: www.pixelshow.com.br
+ Informações:
Zupi Design e Editora
Assessoria de Imprensa
(11) 5084 9040
www.zupidesign.com (studio)
www.zupi.com.br (portal)
www.zupihost.com (hospedagem)
www.pixelshow.com.br (conferência)
Sobre a Zupi: A Zupi é uma marca criada pelo artista gráfico Allan Szacher. A revista Zupi (www.zupi.com.br) está no ar desde 2002, em conjunto com outras conquistas como a coletânea Zupi is

Quinta edição do evento realizado pela Zupi já confirma dois palestrantes internacionais.

O encontro mais criativo dos designers brasileiros já tem data e local confirmados. Nos dias 10 e 11 de outubro, o espaço Fecomercio, em São Paulo, recebe a quinta edição nacional do Pixel Show. Além de ser uma das melhores fontes de inspiração para o design, a conferência é o primeiro evento brasileiro do gênero focado em criatividade e tecnologia.

As palestras dessa edição continuarão abordando detalhes sobre o processo de criação e vão apresentar cases de renomados artistas de áreas como o motion design, branding, graffiti, fotografia, moda e direção de arte, entre outros. Devido ao sucesso das edições passadas, o PS 2009 abrirá vagas para que 1200 interessados assistam ao ciclo de palestras.

Já está confirmada a presença de Nelson Balaban, diretor de arte, ilustrador e designer, além das presenças internacionais de Molly Crabapple, desenhista, empreendedora, ex-modelo artística e dançarina burlesca, e MusaWorkLab, empresa de design portuguesa.

Paralelo à Conferência do Pixel Show, estima-se que um público de aproximadamente cinco mil pessoas compareça à Feira de Arte, Design, Tecnologia e Moda. Com visitação gratuita, a feira apresentará diversos produtos de arte e tecnologia, além de festivais de comerciais, motions e clips, workshops, e muito mais. Por apoio à cultura e arte no país, o evento também traz exposições e o já tradicional painel da Zupi para intervenção do público presente.

As inscrições para o Pixel Show 2009 já estão abertas. Confira os preços promocionais e as notícias no portal do evento: www.pixelshow.com.br

+ Informações:
Zupi Design e Editora Assessoria de Imprensa
(11) 5084 9040

Sobre a Zupi: A Zupi é uma marca criada pelo artista gráfico Allan Szacher. A revista Zupi (www.zupi.com.br) está no ar desde 2002, em conjunto com outras conquistas como a coletânea Zupi is

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Divulgação [Conferência] – Digital Age 2.0

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Nos dias 26 e 27 de Agosto de 2009 acontece a Digital Age 2.0.

A conferência que reúne os principais especialistas em marketing, publicidade, comunicação, negócios e internet no mundo.

Local: Sheraton WTC Hotel
Endereço: Av. das Nações Unidas, 12.559
Telefone: 11-3055-8000
Piso C – Teatro

Confira mais informações no website do evento

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Divulgação [Livro]:BIBLIOGRÁFICO: 100 LIVROS CLÁSSICOS SOBRE DESIGN GRÁFICO

BiblioGráfico
de Jason Godfrey
224 páginas, capa dura e sobrecapa,
610 ilustrações

Lançamento do Livro: BiblioGráfico de Jason Godfrey
224 páginas, capa dura e sobrecapa, 610 ilustrações

Um livro feito de livros, BiblioGráfico traz mais de cem anos de design num mosaico vivo e variado.

Como um almanaque ilustrado, reúne uma seleção de cem títulos que marcaram a produção editorial e o design gráfico nos séculos XX e XXI, desde monografias recentes de designers destacados até preciosidades há muito esgotadas e totalmente inacessíveis ao público brasileiro.

Mais detalhes sobre o livro

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Internet: Uma rede de oportunistas ou um vida de oportunidades?

“Que tal ser dono do seu próprio negócio?”
Ô clichezão esta frase. Fico até arrepiado em falar, ler e agora escrevê-la (nunca tinha feito isso antes, verdade!)
Eu costumo dizer que em sala de aula na Faculdade que sou professor que a Internet é uma rede de oportunidades e oportunistas.
Os oportunistas enxergam o que acham que deve, tratando pessoas como “coisas” e enxergando-as como concorrentes e criando suas próprias regras. Se você se encaixa nesse perfil, então pare de ler e procure fazer outra coisa da sua vida. Inclusive não quero mais falar nem escrever sobre eles. É uma perda de tempo.
As Oportunidades – com letra maiúscula mesmo, vamos tratá-la com respeito! – são aquelas situações em que você está sempre na hora certa com a pessoa certa. Foi exatamente assim que comecei. Eu tinha diversos clientes hospedados em provedores diferentes ao mesmo tempo (UOL, Terra, IG, HPG, etc), e isso dava um trabalhão, pois, sempre que precisava atualizar um site ou criar um e-mail para nosso cliente precisava esperar o suporte resolver. Lembro-me até hoje do que meu primeiro cliente (que lia minhas matérias no Jornal A Tarde quando era colunista e falava sobre Design na WEB) me disse: “vamos testar o serviço e ver se realmente funciona”. Comecei como REVENDA, hospedando meus clientes em um servidor compartilhado. Lembro que para bloquear um spammer, criar uma conta d e-mail, trocar uma senha, precisava pedir a empresa de hospedagem para fazer isso. Hoje com os novos softwares usados para administrar clientes, tudo ficou mais fácil. Tem painel de controle próprio, tem área de troca de senha, ftp independente, coisas “simples” na vida de qualquer usuário de internet (mas que para mim são de outro mundo, algo tão estranho como avião voar com aquele peso todo).
Quando percebi que outros amigos tinham o mesmo problema que eu tive, comecei a REVENDER as REVENDAS! E como era difícil: ganhava algo em torno de R$20 à 25,00 por servidor revendido, mas ainda assim, batia pé firme, ficava noites sem dormir para dar pessoalmente suporte técnico (fico até hoje) e deu no que deu. Hoje sou dono do meu próprio Provedor de Hospedagem. Comecei em Salvador, e hoje tenho clientes revendedores em quase todo o país.
Estamos até hoje no mercado, porque não pensamos em dinheiro como a fonte de realização de nossos desejos, nem em ter milhares de clientes. Quantas pessoas me enviam e-mails dizendo: “André, espero que a BDC seja a última empresa que irei oferecer aos meus clientes, porque não aguento mais trocar tanto de provedor de hospedagem”.
Queremos sim, manter os clientes e fidelizar esta parceria. Oferecer sempre as mesmas coisas que todos os provedores de hospedagem oferecem mas, oferecer com responsabilidade e qualidade. Agradar a todos é impossível, até porque muitos oportunistas tentam usar nossos serviços e quando percebem que aqui não é o lugar certo para querer se aproveitar dos outros no bom baianês, ‘se picam’. E vocês não tem idéia de quantos tentaram…
Então não seja oportunista! Faça da sua vida uma rede de oportunidades!
Deu certo pra gente. Pode dar para você também!

“Que tal ser dono do seu próprio negócio?”

Ô clichezão esta frase. Fico até arrepiado em falar, ler e agora escrevê-la (nunca tinha feito isso antes, verdade!)

Eu costumo dizer que em sala de aula na Faculdade que fui professor que a Internet é uma rede de oportunidades e oportunistas.

Os oportunistas enxergam o que acham que deve, tratando pessoas como “coisas” e enxergando-as como concorrentes e criando suas próprias regras. Se você se encaixa nesse perfil, então pare de ler e procure fazer outra coisa da sua vida. Inclusive não quero mais falar nem escrever sobre eles. É uma perda de tempo.

As Oportunidades – com letra maiúscula mesmo, vamos tratá-la com respeito! – são aquelas situações em que você está sempre na hora certa com a pessoa certa. Foi exatamente assim que comecei. Eu tinha diversos clientes hospedados em provedores diferentes ao mesmo tempo (UOL, Terra, IG, HPG, etc), e isso dava um trabalhão, pois, sempre que precisava atualizar um site ou criar um e-mail para nosso cliente precisava esperar o suporte resolver.

Lembro-me até hoje do que meu primeiro cliente (que lia minhas matérias no Jornal A Tarde quando era colunista e falava sobre Design na WEB) me disse: “vamos testar o serviço e ver se realmente funciona”.

Comecei como REVENDA, hospedando meus clientes em um servidor compartilhado. Lembro que para bloquear um spammer, criar uma conta d e-mail, trocar uma senha, precisava pedir a empresa de hospedagem para fazer isso.

Hoje com os novos softwares usados para administrar clientes, tudo ficou mais fácil. Tem painel de controle próprio, tem área de troca de senha, ftp independente, coisas “simples” na vida de qualquer usuário de internet (mas que para mim são de outro mundo, algo tão estranho como avião voar com aquele peso todo).

Quando percebi que outros amigos tinham o mesmo problema que eu tive, comecei a REVENDER as REVENDAS! E como era difícil: ganhava algo em torno de R$20 à 25,00 por servidor revendido, mas ainda assim, batia pé firme, ficava noites sem dormir para dar suporte técnico pessoalmente(é fácil me encontrar durante as madrugadas. Eu fico até hoje!) e deu no que deu. Hoje sou dono do meu próprio Provedor de Hospedagem. Comecei em Salvador, e hoje tenho clientes revendedores em quase todo o país.

Estamos até hoje no mercado, porque não pensamos em dinheiro como a fonte de realização de nossos desejos, nem em ter milhares de clientes.

Quantas pessoas me enviam e-mails dizendo: “André, espero que a Urri seja a última empresa que irei oferecer aos meus clientes, porque não aguento mais trocar tanto de provedor de hospedagem”.

Queremos sim, manter os clientes e fidelizar esta parceria. Oferecer sempre as mesmas coisas que todos os provedores de hospedagem oferecem mas, oferecer com responsabilidade e qualidade. Agradar a todos é impossível, até porque muitos oportunistas tentam usar nossos serviços e quando percebem que aqui não é o lugar certo para querer se aproveitar dos outros no bom baianês, ‘se picam‘. E vocês não tem idéia de quantos tentaram…

Então não seja oportunista! Faça da sua vida uma rede de oportunidades!

Deu certo pra gente. Pode dar para você também!

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Aprenda a diferenciar Densitometria de Colorimetria

Meu Deus, quanto palavrão!!!

Que nada! Estes 2 termos são bastante conhecidos no Gerenciamento de Cores dentro da área de Impressão.

A Densitometria controla:

  • Ganho de ponto;
  • Contraste de impressão;
  • Trapping, erro de Tom e Gris (corrigido)

A Colorimetria tem haver com:

  • Teoria das Cores;
  • Análise da amostra;
  • Leitura de RGB/CMYK/ Lab/YxY/Delta “E”

E o Gerenciamento de Cores?

Gerenciar Cores nada mais é do que desenvolver etapas conscientes (do que se faz para se obter resultados satisfatórios da peça gráfica final) no fluxo de pré-impressão e impressão.

Simples não?

Para implementar o Gerenciamento de Cores, a gráfica precisa conhecer e saber diferenciar Densitometria de Colorimetria.

Um “resumão” básico das etapas:

  • Verificar os equipamentos disponíveis (workflow) e CALIBRAR;
  • Aplicação de Testform no Offset;
  • Calibrar (coletar dados e colocar nos equipamentos);
  • Caracterizar (gerar perfis e fazer a análise);
  • Converter, gerando o Perfil ICC (te xingou?) do arquivo a ser impresso.

Com muita calma depois, eu explico melhor cada uma delas ;)

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Sites em Flash: usar ou não usar, eis a questão!

Lendo um artigo que recebi hoje sobre a matéria: “Não faça igual! Veja os piores sites em flash do mundo” do blog papodeempreendedor.com.br, achei interessante e rendeu até um ensaio de artigo. Mas, como o tempo é curto e o dia está apenas começando, resolvi fazer um breve comentário sobre o uso do Flash em websites.

Existem diversas formas de se usar o Flash:

  • em sites “inteiros”;
  • em animações que complementam os sites;
  • em publicidade (o que particularmente acho mais viável).
Costumo comparar animações em Flash com duas situações:
1 – São como anúncios de televisão para vender brinquedos de personagens. Objetos sem vida que são específicos para públicos restritos (as crianças) que são induzidas pelos movimentos e sons. Ficam loucos para ter um, pegar, sentir, enfim, interagir… Quando conseguem, ficam decepcionados e percebem que aquele tão querido “boneco” só vai se mexer e falar nos desenhos que ele assiste. Decepção passageira, porque como são apenas crianças, ainda conseguem imaginar, mesmo que duro feito pedra, um sopro de interação no seu amiguinho. Sites em Flash, se forem feito sem planejamento não dão nem chance a imaginação…
2 – São como árvores de Natal. Demoram que só a peste para montar, ficam cheias de penduricalhos brilhantes, às vezes com uma musiquinha escondida entre suas enormes madeixas, encostada em um canto da casa (de preferência um que facilite a movimentação) e quando acaba o natal, volta pra caixa (isso se for industrializada)…

Costumo comparar animações em Flash com duas situações:

1 – São como anúncios de televisão para vender brinquedos de personagens. Objetos sem vida que são específicos para públicos restritos (as crianças) que são induzidas pelos movimentos e sons. Ficam loucos para ter um, pegar, sentir, enfim, interagir… Quando conseguem, ficam decepcionados e percebem que aquele tão querido “boneco” só vai se mexer e falar nos desenhos que ele assiste. Decepção passageira, porque como são apenas crianças, ainda conseguem imaginar, mesmo que duro feito pedra, um sopro de interação no seu amiguinho. Sites em Flash, se forem feito sem planejamento não dão nem chance a imaginação…

2 – São como árvores de Natal. Demoram que só a peste para montar, ficam cheias de penduricalhos brilhantes, às vezes com uma musiquinha escondida entre suas enormes madeixas, encostada em um canto da casa (de preferência um que facilite a movimentação) e quando acaba o natal, volta pra caixa (isso se for industrializada)…

Isso sem falar dos problemas de compatibilidade com os sites de busca principalmente o Google. o Googlebot, robô que indexa as páginas do Google, não consegue capturar com precisão conteúdos das animações em Flash da mesma forma de uma página em HTML.

Se não rolar uma versão HTML do site complica ainda mais.

Usar ANIMAÇÕES em Flash que complementem o conteúdo do site SIM. Fazer o site TODO em Flash NÃO!!!

Mas precisa ser usado na hora certa, da forma certa e ser desenvolvido pelas pessoas vertas

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Sobre André Miranda

Designer e escrevinhador que gosta de trocar umas palavras.

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