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	<title>André Miranda &#187; estética</title>
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	<description>Professor, Designer, Designer Web</description>
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		<title>Como avaliar esteticamente um website</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Sep 2000 23:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>André</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna Design na Web]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[estética]]></category>
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		<description><![CDATA[Salvador, quarta-feira, 13/9/2002 – ATARDE – Caderno de Informática – página 4 Todo mundo acha o máximo ser elogiado. Mas, aceitar uma crítica por mais construtiva que seja&#8230; Não faz parte da natureza do ser humano aceitar que está cometendo algum tipo de erro. Só para registrar: e quem foi que disse que eu sou deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Salvador, quarta-feira, 13/9/2002 – ATARDE – Caderno de Informática – página 4</p>
<p>Todo mundo acha o máximo ser elogiado. Mas, aceitar uma crítica por mais construtiva que seja&#8230;</p>
<p>Não faz parte da natureza do ser humano aceitar que está cometendo algum tipo de erro. Só para registrar: e quem foi que disse que eu sou deste planeta?</p>
<p>Mas, voltando à nossa existência terrena e complicada, ninguém precisa ser especialista para dizer que não consegue ficar muito tempo dentro de um site desestruturado.</p>
<p>Posso até reforçar alguns fatores já citados que espantam os visitantes:</p>
<ul>
<li>cores muito fortes;</li>
<li>usar a mesma cor de link com a mesma cor de &#8220;BG&#8221;(<em>background</em>=fundo da página);</li>
<li>muitos &#8220;penduricalhos&#8221; que deixa o site parecendo árvore de natal;</li>
<li>obrigar o usuário a deixar seu e-Mail para poder acessar o site sem deixá-lo ver o conteúdo antes;</li>
<li>uso abusivo de javascript (um exemplo: aquele reflexo de imagens presumindo um rio virtual), representando uma realidade que não existe na Internet;</li>
<li>e muitos outros fatores que não caberiam nessa &#8220;listinha&#8221;&#8230;</li>
</ul>
<blockquote><p>Um rio é um rio e a tela do computador é a tela do computador.</p></blockquote>
<p>Mas, só para matar a curiosidade dos que não aceitam que suas &#8220;crias&#8221; possam ser analisadas dentro dos padrões normais de estética e informação, segue abaixo uma &#8220;receitinha de bolo&#8221; que utilizo na avaliação de um website. Acredito que a grande maioria dos profissionais em design para web usa essa técnica:</p>
<p>Divido o mesmo em três categorias: design, conteúdo e navegabilidade;</p>
<ol>
<li>Em <strong>design</strong>, procuro avaliar a estética visual, o estilo, a originalidade, a integração dos elementos e a arquitetura de informação.</li>
<li>Em <strong>conteúdo</strong>, observo a variedade, o volume, a relevância e a interatividade;</li>
<li>Em <strong>navegabilidade</strong>, observo as tecnologias usadas e os elementos. Analiso os links e sua disposição nos espaços das páginas, o peso das páginas, o tempo de carregamento delas, a lógica e a facilidade de navegação, a otimização e a racionalização dos elementos (assuntos e informações).</li>
</ol>
<p>Essa semana vi numa revista especializada em Internet que um bom exemplo de um site que não deu certo. O megasite de roupas e artigos esportivos da <a title="boo.com" href="http://www.boo.com" target="_blank">Boo</a>. Nele foram gastos milhões de dólares (sem exagero) e&#8230; Faliu. Foi a primeira grande empresa da Internet a quebrar. Sabe porque?</p>
<p>O site era lento e complicado (irritava os comsumidores), usava de frames inúteis, o que poderia ser feito com tabelas foi feito com frames. Tinha uma janela que não deixava você a vontade para navegar (os menus e o endereço da url forma escondidos, dificultando a navegação, como aquelas janelas que tomam todo o espaço da tela do monitor. Usavam imagens para trabalhar pequenos textos, carregando muito a página.</p>
<p>Eu sempre digo em minhas aulas: &#8220;less is more&#8230;&#8221; que para o design significa: na simplicidade estão os melhores resultados.</p>
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